Querido Mudei a Casa Obras e Melom abriram 27 unidades

Período de confinamento terá motivado uma procura crescente por casas com espaços exteriores de qualidade.

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Querido Mudei a Casa Obras e Melom abriram este ano mais 17 unidades do que no ano anterior

Líderes no setor das obras residenciais em Portugal, as marcas MELOM e Querido Mudei a Casa Obras, abriram no primeiro semestre do ano 27 novas unidades especializadas em obras de pequena e grande dimensão. Destas novas aberturas, 10 são da insígnia MELOM e 17 da insígnia Querido.

MELOM e Querido Mudei a Casa Obras abrem dezassete unidades em apenas dois meses

Em destaque estiveram os meses do período de desconfinamento, maio e junho, que representaram 17 dos novos contratos assinados (58,9%). O concelho de Lisboa foi o que mais cresceu, com um reforço de seis novos franchisados, em função de um incremento na procura por obras e remodelações, essencialmente exteriores, após o confinamento.

De acordo com João Carvalho, diretor-geral da MELOM “apesar do contexto pandémico que marca a segunda metade do semestre, estes indicadores refletem todo o trabalho desenvolvido pela nossa equipa de expansão, que aproveitou o período de confinamento para alavancar negócio com empresários do setor da construção civil e investidores.” O responsável sublinha ainda que “o negócio de obras tem estado em contraciclo face a outros negócios, facto que se deve essencialmente ao confinamento decorrente da pandemia que trouxe consigo um olhar profundo às necessidades das habitações por parte dos portugueses e consequente aposta dos mesmos no investimento em remodelações, assim como em construção de moradias.

Remodelação geral lidera, mas construção de raiz regista um grande incremento

Nos primeiros seis meses do ano, o valor médio de obra (não considerando a construção de raiz) manteve-se alinhado com o anterior à pandemia, sendo a maior fatia, entre os 20 e 30 mil euros em remodelações gerais. Já no que concerne às adjudicações, as duas insígnias registaram uma recuperação no mês de junho para os valores registados em relação ao mesmo mês de 2019, tendo as marcas sido procuradas para 9.600 intervenções de norte a sul do país, ao longo do semestre.

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Neste período, o tipo de obra mais solicitado às insígnias foi a remodelação geral, que continua a liderar o ranking de obras das marcas, sempre com um foco especial nas áreas técnicas: as cozinhas e as casas de banho. Em evidência também os pedidos nas obras de reabilitação de fachadas, desde reparações e pintura, que ocupam lugar no top de intervenções mais solicitadas à MELOM e Querido Mudei a Casa Obras.

De acordo com as marcas, começa a existir um elevado crescimento na construção de raiz, situação que se explica pelo atual contexto. Como uma grande maioria dos portugueses habita em apartamentos, com o confinamento sentiram a falta de espaços exteriores de qualidade. Este despertar de uma necessidade, que antes não era prioritária, contribuiu para que a procura na construção de moradias registasse uma evolução muito favorável. Por exemplo, antes do confinamento, a média de pedidos para o projeto Casa de Sonho RE/MAX, serviço chave na mão desenvolvido em parceria com a MELOM que assegura todo o projeto de licenciamento e construção de moradias, era de 47 por mês, atualmente fixa-se nos 86 pedidos, quase o dobro.

Para a segunda metade do ano, João Carvalho acredita que “com um desconfinamento cada vez maior, os pedidos para construção de raiz manterão esta linha de crescimento. Prevemos também que haverá uma acentuada procura quer para pedidos de reabilitação de fachadas, quer de construção, pelo facto de se tratar de trabalhos que não necessitam de proximidade ao cliente, transmitindo assim segurança devido à pandemia. Quanto a zonas do país, a maior fatia de pedidos deverá continuar a centrar-se nos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto.


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Pure – Márcia Oliveira
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