Conscientes da incerteza destes dias, acompanhámos atentamente a cada dia a evolução nacional e internacional da pandemia da COVID-19, que colocou o Mundo num contexto que nunca tínhamos vivido antes. Pelo respeito e sentido de responsabilidade para com os nossos públicos e para com os milhares de profissionais envolvidos na realização dos Festivais – artistas, equipas técnicas e de produção, os nossos patrocinadores e parceiros, e todo o nosso staff-, não desistimos e aguardámos enquanto foi possível, continuando a trabalhar empenhadamente para as datas inicialmente previstas. Foi aprovada na Assembleia da República a proposta de lei do Governo Português que determina a não realização este ano dos grandes Festivais de verão. É por isso com enorme tristeza que, à semelhança de outros Festivais em Portugal e no resto do Mundo, nos vemos forçados a fazer o que nunca desejámos: adiar a 12.ª edição do festival e transferir o cartaz MEO Sudoeste para 2021, de 3 a 7 de agosto.

Fazemo-lo por motivo de força maior, em pleno cumprimento das indicações das autoridades competentes, e em nome da segurança e do bem-estar dos nossos públicos e de todos os envolvidos na realização dos Festivais, a nossa primeira prioridade. A todos eles, o nosso muito obrigado.

Os bilhetes já adquiridos são válidos para as novas datas [dos festivais promovidos pela Música no Coração, ou seja, para além do MEO Sudoeste, o Sumol Summer Fest e o Super Bock Super Rock], não sendo necessária troca ou emissão de novo bilhete. Estaremos sempre disponíveis para esclarecer todas as dúvidas e aguardamos agora o decreto-lei resultante da discussão na especialidade na Assembleia da República, para que possamos dar-vos mais informações.

Desde a primeira edição do primeiro Festival, que trabalhamos de alma e coração ao longo de todo o ano para aqueles dias em que a Música nos junta numa celebração da Vida. É assim que continuaremos, mais fortes e motivados do que nunca, para fazer das edições no próximo ano das melhores de sempre! Por isso, estamos já a trabalhar para assegurar os mesmos ou ainda melhores cartazes, para as novas datas, para o próximo ano. Brevemente daremos novidades.

Continuaremos ao longo deste ano a fazer o possível por levar a música até todos – sobretudo dos músicos portugueses – da forma permitida e recorrendo também às plataformas digitais. Quando estiver tudo bem, a música, e os músicos, que hoje tanto nos ajudam a passar dias difíceis de confinamento e incerteza, voltarão a ser o que nos junta para a criação de momentos épicos e memoráveis de celebração, mais intensos e felizes do que nunca!

Até lá, mantenham-se fortes, positivos e em segurança!

Oito nomes na bagagem de 2020…

A contagem decrescente é agora mais dilatada para o festival que tem lugar na Zambujeira do Mar. De 3 a 7 de agosto, amigos, praia, campismo, um ambiente que não se esquece e o bom espírito que se vive na vila do litoral alentejano, ao longo de toda uma semana memorável, combinam com o cartaz MEO Sudoeste, feito da melhor música do momento, sempre dando especial destaque aos nomes nacionais.

O programa começou a “desenhar-se” em 2020 e, recorde-se, até à data, contava com oito presenças confirmadas: a última havia sido a de Meduza, que nos brindará com os ritmos de hits como “Piece Of Your Heart” ou “Lose Control”, e se juntará assim a Migos, Melim, OZUNA, Blackbear, ProfJam, Major Lazer e Bad Bunny, todos a prometer grandes concertos, cheios de surpresas.

Um pouco sobre as primeiras novidades no cartaz MEO Sudoeste

ProfJam

profjam no meo sudoeste
Profjam sobe ao palco MEO a 5 de agosto

ProfJam tem vindo a desenhar um dos mais personalizados e interessantes percursos artísticos no hip hop nacional, apostando numa postura e uma sonoridade que o colocam num campeonato que é só seu.

O rapper começou por dar nas vistas em circuitos paralelos como a Liga Knock Out e estreou-se em 2014 com a mixtapeThe Big Banger Theory”. “Mixtakes” foi o passo seguinte, um registo destacado como um dos melhores de 2016 e que incluía outro clássico: “Queq Queres”.

Em 2018, lançou os temas “Yabba” e “Gwapo” (com a participação de Yuzi, um dos artistas da sua Think Music) e ambos alcançaram números bem expressivos nas plataformas de streaming.

A Internet tem, aliás, sido um dos principais terrenos da afirmação da arte de ProfJam: “Xamã” e “Mortalhas”, temas lançados em 2017, atingiram milhões de visualizações no YouTube. Com uma escrita intrincada, flows complexos e produções que traduzem o presente e o futuro, ProfJam tem cultivado um estilo muito próprio que se tem feito notar tanto nos seus sucessivos lançamentos, como nos palcos que vai pisando de norte a sul do país.

No single “Água de Coco”, ProfJam volta a surpreender com uma escrita cada vez mais elaborada, plena de imaginação. “Água de Coco” foi o primeiro single do muito aguardado disco “#FFFFFF”, editado em 2019 e produzido por Lhast.

Depois do tremendo sucesso de “Água de Coco” – o vídeo já passou a impressionante marca das 10 milhões de visualizações – quaisquer dúvidas que pudessem subsistir dissiparam-se com o segundo single.

Lhast assina o beat e o gancho do refrão de “Tou Bem”, uma afirmação da felicidade e do bom caminho que ambos os artistas encontraram e agora percorrem. “#FFFFFF” tem uma história para contar, feita de cores e nuances, feita de sons e palavras, feita de flows e de segundos e terceiros significados. “Só dou à palavra o que eu vejo”, explica o rapper. E com ele, vemos todos nós.

Agosto de 2021 é, pois, uma boa oportunidade para ficar a conhecer melhor esta história arquitetada por um dos rappers do momento, a consagração de ProfJam no cartaz MEO Sudoeste, num concerto especial que contará com várias surpresas!

Major Lazer

profjam no meo sudoeste
Major Laser sobem ao palco a 6 de agosto, no Palco MEO

Hoje em dia os Major Lazer são um dos gigantes da música eletrónica a nível mundial. Tudo começou em 2008, quando os produtores Diplo e Switch começaram a trabalhar juntos. Os dois conheceram-se por terem trabalhado no primeiro disco da cantora M.I.A. e, depois, também com Santigold. A cumplicidade era evidente e tinha de ser colocada ao serviço da música e dos outros.

O primeiro disco da dupla saiu em 2009. “Guns Don’t Kill People… Lazers Do” já tinha alguns dos elementos mais característicos da banda, como a eletrónica cativante e o reggae sempre à espreita.

O segundo disco, “Free The Universe”, editado em 2013, continuou nessa senda de sucesso e incluiu as participações de algumas estrelas da música de dança como Vybz Kartel, Busy Signal, Mr. Vegas, Nina Sky, Amanda Black, entre outros. O single “Hold the Line” explodiu em todo o mundo, fazendo sucesso em qualquer pista de dança.

Em 2012 juntaram-se a Snoop Dogg e editaram o tema “La La La” – a colaboração também se estendeu à produção do disco “Reincarnated” de Snoop Lion, a persona de Snoop Dogg. Nessa altura houve uma mudança no projeto: Switch saiu e entraram Jillionaire e Walshy Fire (Jillionaire viria a sair neste ano de 2019, dando lugar a Ape Drums).

Em 2015 editaram o seu terceiro disco: “Peace Is The Mission”. Poucos meses depois voltariam a dar que falar com o lançamento de mais um tema com sucesso à escala planetária: “Cold Water”, com a participação de Justin Bieber e MØ. E sucessos como esse foram aparecendo naturalmente, uns atrás dos outros, assim como as colaborações com estrelas como Beyoncé, Nicki Minaj e Ariana Grande.

Entretanto, continua a espera por “Lazerism”, o quarto disco dos Major Lazer. “Make It Hot” com Anitta e “Que Calor” com J Balvin e El Alfa são dois dos temas já conhecidos, e também dos mais esperados pelo público português no cartaz MEO Sudoeste.

Bad Bunny

bad bunny no cartaz meo sudoeste
Bad Bunny atua no dia 5 de agosto

Bad Bunny é um dos nomes mais fortes da música latina da atualidade. Desde que entrou em cena, em 2016, o cantor, rapper e produtor porto-riquenho está na linha da frente das novas tendências da música urbana com sabor latino. E essa sua fama começou mesmo antes da edição de um disco, o que torna o percurso deste jovem músico ainda mais impressionante.

Bad Bunny nasceu em 1994, com o nome de batismo Benito Antonio Martínez Ocasio. O pequeno Benito começou a cantar com apenas cinco anos e levou a música muito a sério desde esses primeiros momentos, recebendo, ao longo dos anos, influências de nomes como Héctor Lavoe, Vito C, Daddy Yankee e Marc Anthony.

Estudou comunicação audiovisual em Porto Rico, começou a trabalhar num supermercado e nunca desistiu de fazer a sua música durante a noite, publicando essas primeiras canções no SoundCloud. Temas como “Diles”, “Soy Peor” e “Pa Ti” mostraram ao mundo que este jovem de Porto Rico vinha para deixar a sua marca, e, só no ano de 2018, o seu nome aparece por quatro vezes no top de singles mais vendidos, alcançando mesmo a primeira posição com o tema “I Like It” da rapper Cardi B, também com a participação de J Balvin.

O seu disco de estreia, “X 100PRE”, também editado em 2018, alcançou o primeiro lugar na tabela de discos mais vendidos do universo latino. O sucesso comercial de Bad Bunny deve-se à sua energia contagiante e uma abordagem eclética, capaz de misturar soul latino, pop, r&b, reggaeton e uma série de outras matizes musicais, sempre ao serviço de um largo espectro de emoções, do amor à raiva, às vezes dentro de uma mesma música. Músicas como “Mia”, com a participação de Drake e com mais de 900 mil visualizações no YouTube, asseguram um concerto inesquecível no 24.º MEO Sudoeste.

Blackbear

Blackbear atua a 7 de agosto no palco MEO

Blackbear é um dos nomes emergentes no panorama da música pop, com um percurso marcado pela audácia e pela irreverência. Mas houve um tempo em que Blackbear era apenas um jovem músico, enamorado pelo rock, com uma guitarra e pouco mais. O ponto de viragem da sua carreira deu-se com “Boyfriend”, um dos estrondosos hits de Justin Bieber, co-escrito por Blackbear.

Nessa altura, o músico de Hollywood reinventou-se enquanto rapper, aproximou-se do r&b e inaugurava, dessa forma, uma nova fase da sua carreira. “Sex”, a mixtape editada em 2012, dá provas desse seu novo rumo, com as participações de Mike Posner, James Blake e Maejor Ali.

O primeiro disco, “Deadroses”, editado em 2015, foi mais um passo na consolidação do seu nome como um dos músicos mais promissores da sua geração. Nos anos seguintes editou mais três discos, entre outros singles.

“Help”, “Digital Druglord” e “Cybersex” foram os três álbuns editados em apenas dois anos, mostrando que o Blackbear não veio para brincar e que trabalhou muito até atingir os seus resultados.

Em 2018 colaborou com Mike Shinoda no tema “About You”, e com DVBBS no tema “IDWK”. Em 2019 regressou aos discos com “Anonymous”, o seu registo mais longo até agora, marcado pelo facto de chegar depois de Blackbear ultrapassar um problema de saúde, o que faz deste disco um lançamento cheio de significado. E o músico vai poder partilhar esse significado com o público português, no MEO Sudoeste.

Ozuna cola ritmos latinos no cartaz MEO Sudoeste

Ozuna atua a 7 de agosto no palco Meo

Ozuna é um cantor e compositor porto-riquenho que lidera a nova geração de músicos latinos. Filho de pai dominicano e de mãe porto-riquenha, o jovem Juan Carlos Ozuna Rosado cresceu imerso na diversidade cultural do Caribe, algo que viria a influenciar o seu vibrante estilo musical. Desde cedo que desenvolveu uma paixão pela música latina urbana e com apenas 12 anos já se aventurava na composição das suas próprias músicas. Aos 23 anos as coisas começaram a ficar mais sérias e editou dois singles de sucesso tanto nas rádios como nas plataformas digitais: “Si Tu Marido No Te Quiere” e “No Quiere Enamorarse” foram as primeiras provas públicas do talento deste jovem de Porto Rico. 

Em 2016 editou um remix de “No Quierse Enamorarse”, em colaboração com Daddy Yankee, e logo depois seguiu-se outra colaboração de sucesso naquele que seria um dos primeiros grandes êxitos de trap saído do mundo latino: “La Ocasión”. No verão de 2017 editou o primeiro disco, “Odisea”, que se manteve no primeiro lugar no top de discos latinos mais vendidos durante 46 semanas consecutivas. Depois de lançar o documentário “Música sin Fronteras” no YouTube (um filme biográfico, inédito no mundo da música latina), Ozuna editou o seu segundo disco, em agosto de 2018. “AURA” voltou a dominar os tops de mais vendidos e rendeu concertos na América Latina, nos Estados Unidos e em toda a Europa.

Apesar de ter uma carreira com poucos anos, Ozuna conta com mais de 105 nomeações e 56 prémios no seu currículo. Já colaborou com nomes como Daddy Yankee, Luis Fonsi, Nicky Jam, DJ Snake, Cardi B, Selena Gomez, Post Malone, Snoop Dogg, Rosalía, Anitta, entre muitos outros astros do mundo da música. Em 2019 editou digitalmente o álbum “Nibiru”, que chega às lojas, em Portugal, em fevereiro de 2020. “Baila Baila Baila” e “Amor Genuino” são singles que provam a excelente forma de Ozuna e fazem crescer ainda mais a expectativa sobre o cartaz MEO Sudoeste.

Melim

Melim no cartaz do MEO Sudoeste, no dia 7

Quando se vê os irmãos Melim a tocar juntos – com muito sucesso, diga-se -, imagina-se que eles cresceram a fazer música juntos. Essa é uma impressão errada, no entanto. Diogo e Rodrigo, que são gémeos, e Gabi só se juntaram há pouco tempo, mas a química foi tão evidente que o sucesso era algo inevitável.

Com uma mistura de reggae, pop, MPB e influências internacionais, o estilo “good vibe” e o vocal harmonioso do trio conquistou rapidamente uma legião de fãs. E esse número promete continuar a aumentar, como tem acontecido até aqui.

Depois de lançar um belíssimo EP no final de 2017, a banda Melim atacou o ano de 2018 com um álbum recheado de temas para guardar na memória. Esse disco de estreia, homónimo, conta com 16 músicas autorais capazes de se colarem à cabeça e ao coração de quem ouve.

Os irmãos têm talento, inspiração e carisma para dar e vender, e o disco “Melim” coroou essa trajetória de forma muito feliz. É certo que temas como “Meu Abrigo” e “Ouvi Dizer” (um tema com mais de 200 milhões de visualizações no YouTube) vão ser cantados em uníssono pelo público presente no próximo MEO Sudoeste.

Migos

Formado por um grupo de três amigos, Quavo, Takeoff e Offset, os Migos são um dos projetos mais interessantes do hip hop (e do trap) produzido em todo o mundo.

Enquadrados na melhor tradição sulista do hip hop norte-americano e influenciados por nomes como Outkast e Hot Boys, o trio de Atlanta teve uma ascensão meteórica, desde o momento em que os três amigos começaram a fazer música, algures em 2009, sob o nome de Pólo Club.

O nome Migos só apareceria mais tarde, em 2010. Em 2012 lançaram a sua primeira mixtape, “No Label”, e um ano depois chegaram aos ouvidos de uma multidão graças ao single “Versace”, que viria a ser um dos temas desse ano, ao ponto de ser alvo de uma remistura de Drake.

Depois de “No Label II”, a segunda mixtape, chegou a altura de se estrearem em disco, com “Yung Rich Nation”, um registo muito bem recebido, tanto pelo público, como pela crítica. Nesse mesmo ano de 2015, os Migos destacaram-se com o single “Look at My Dab”, um autêntico fenómeno de dança, que rapidamente se tornou viral em todo o mundo.

Apesar do sucesso, o trio manteve a ambição e começou a preparar uma trilogia. A primeira parte de “Culture” saiu em 2017 e logo alcançou o primeiro lugar na tabela Billboard 200. O sucesso não foi apenas comercial: o disco também lhes valeu a nomeação para um Grammy.

“Culture II” viu a luz do dia em 2018. O disco conta com as colaborações de nomes tão relevantes como Pharrell Williams, Zaytoven, Murda Beatz, Metro Boomin e até Kanye West. “Supastars” e “Stir Fry” são alguns dos temas mais fortes do álbum, com potencial para se tornarem hits à escala mundial.

A terceira e última parte da trilogia “Culture” chega neste ano de 2020 e esse será, certamente, mais um dos motivos de interesse para o concerto de Migos no próximo MEO Sudoeste.

Meduza “in the house” e… no cartaz do MEO Sudoeste

Meduza no cartaz do meo sudoeste

É impossível fazer uma retrospetiva da melhor música eletrónica feita em 2019 sem falar de Meduza. Tudo começou com o encontro entre três produtores italianos. Luke Degree, Matt Madwill e Simon de Jano começaram a trabalhar juntos em 2014 com o objetivo de criar instrumentais para rap. Depois de alguns anos de colaborações ocasionais, os três amigos decidiram tornar as coisas um pouco mais sérias e criaram uma sonoridade fortemente influenciada pela música house, que batizaram como Meduza em 2018.

“Piece Of Your Heart” foi primeiro som a conquistar as pistas de dança de todo o mundo. Com a colaboração dos produtores britânicos Goodboys, a toada hipnótica desta faixa não deixou ninguém indiferente.

Os números não enganam: ultrapassaram o bilião de streams, alcançaram a dupla platina no Reino Unido, foram nomeados para um Grammy e colocaram esta música house a tocar com insistência em rádios um pouco por todo o mundo. Depois de uma série de remixes bem-sucedidos, para artistas como Dido e Emily Warren, os Meduza não descansaram à sombra do sucesso alcançado pelo primeiro single e quiseram mais.

O segundo single de sucesso, “Lose Control”, editado em outubro de 2019 e com a colaboração de Goodboys e Becky Hill, bateu mais uma série de números impressionantes, feitos de milhões de ouvintes em todo o mundo, consolidando este trio italiano como um dos principais fenómenos de popularidade dos últimos anos.

A sua energia ao vivo é contagiante e vai poder ser sentida em mais um MEO Sudoeste.

Descobre tudo sobre o festival e o cartaz, no Press Point.

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