cartaz super bock super rock
As peças do cartaz do Super Bock Super Rock começam, pouco a pouco, a compor o puzzle da música em perspetiva

2022 vai ser a marca do tão ansiado regresso ao cenário idílico da Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco, em Sesimbra. O Meco continua à espera de todos, com os mesmos encantos e aquela atmosfera única da qual é impossível não sentir saudades. Mês após mês cresce a vontade de voltar a celebrar a música autêntica e o reencontro está marcado para os dias 14, 15 e 16 de julho do próximo ano, quando o cartaz do Super Bock Super Rock 2022 conhece a sua expressão máxima.

Para que o regresso seja em pleno, muitos dos nomes até aqui confirmados para o Festival voltam a renovar o compromisso para com os seus fãs, reconfirmando a presença nas novas datas. A estes juntam-se algumas novidades. Os nomes já confirmados são  A$AP Rocky, Boy Pablo, Flume, Leon Bridges, Working Men’s Club, Los Bitchos, Jungle DJ Set, David & Miguel, Brockhampton, GoldLink, Hot Chip, Pedro de Tróia, Baba Ali, Foals, GANSO, a que se juntam agora C. Tangana, Woodkid, Sofi Tukker DJ Set e Capicua.

O cartaz do Super Bock Super Rock 2022 mano a mano

Brockhampton: boys, boys, boys

Pode parecer estranho que, chegados a esta terceira década do século, ainda haja um grupo de jovens, interessado em fazer música, a denominar-se a si próprio como uma boy band. O termo entrou em desuso e hoje pode até ser olhado com alguma desconfiança, mas quando os Brockhampton se assumem como tal, o objetivo é precisamente desafiar esse conceito e todos os preconceitos que ficaram da década de 90.

Sendo assim, pode dizer-se que os Brockhampton são a boy band de Kevin Abstract, o líder de uma formação que tem de tudo um pouco – uma diversidade que, naturalmente, também se reflete nos ritmos, nas letras e na mensagem que se quer passar. Todos chegavam para formar mais do que uma equipa de futebol: Kevin Abstract, Matt Champion, Merlyn Wood, Dom McLennon, Joba, Bearface, Romil Hemmani, Jabali Manwa, Kiko Merley e ainda os designers Henock “HK” Sileshi e Roberto Ontenient, o fotógrafo Ashlan Grey e o agente Jon Nunes.

É preciso recuperar o fôlego depois desta enumeração, até porque é mesmo preciso ter fôlego para acompanhar a energia contagiante dos Brockhampton. Esta aventura começou quando Kevin Abstract fez uma publicação no fórum KanyeLive (de fãs de Kanye West). Ele queria formar uma banda. Recebeu 30 respostas de candidatos e, passados três anos, essa banda já estava a editar o primeiro EP. Na altura assinavam AliveSinceForever e só depois chegariam ao nome Brockhampton.

Singles como “Bet I”, “Hero” ou “Dirt” foram responsáveis pelo primeiro burburinho, mas nada faria prever o que viria aí. O ano de 2017 trouxe o álbum de estreia, “Saturation”, que viria a revelar-se uma trilogia. A produtividade impressionou e a música também, com temas como “Gold”, “Sweet” ou “Boggie” a conquistar o coração (e o corpo) dos fãs.

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Aqui há r&b, rap e até rock alternativo, além de uma grande vontade de dar voz a uma geração. Esses três discos de uma assentada, num só ano, não fizeram com que os Brockhampton abrandassem.

O ano de 2018 trouxe “Iridescence” e 2019 foi o ano de “Ginger”. Durante a pandemia, a banda acelerou ainda mais a sua produtividade e, como resultado disso, chegou mais um disco. “Roadrunner: New Light, New Machine” revela a mesma energia de sempre, sem medo de ser alternativo, ao mesmo tempo que se conquista o mundo. E conquistar Portugal, através do cartaz do Super Bock Super Rock, também continua nos planos: no dia 15 de julho de 2022, no Palco Super Bock.

Run you… Foals – para o cartaz do Super Bock Super Rock

Nos territórios mais alternativos do rock, não há dúvida de que os Foals são uma das bandas mais criativas e estimulantes dos últimos 15 anos.

Tudo começou em Oxford, quando Yannis Philippakis (guitarra) e Jack Bevan (bateria), amigos de longa data, decidiram formar mais um grupo, depois do fim de um outro projeto em comum, os saudosos The Edmund Fitzgerald.

Andrew Mears (voz), Jimmy Smith (guitarra) e Walter Gervers (baixo) juntaram-se aos dois amigos e assim nasciam os Foals, nome que vem da etimologia do apelido Philippakis. Depois do lançamento do primeiro single, “Try This on Your Piano”, Andrew sai da banda, Edwin Congreave toma conta dos teclados e Philippakis assume o papel de vocalista.

Com a formação definida (mais tarde, o baixista Walter também sairia), o passo seguinte foi assinar pela Transgressive Records e lançar “Hummer” e “Mathletics”, singles que aumentaram (e muito) o burburinho sobre as qualidades da banda.

Em 2008, o disco de estreia, “Antidotes”, confirmava essas boas expectativas do público e da crítica. Gravado em Nova Iorque e produzido por Dave Sitek, guitarrista dos TV on The Radio, o disco mostrava uma banda comprometida com a sua própria liberdade.

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Os registos seguintes, “Total Life Forever” (2010), “Holy Fire” (2013) e “What Went Down” (2015), elevaram a fasquia em termos artísticos e consolidaram a própria linguagem do grupo, entre mil e uma influências. Krautrock, indie rock, dance-punk, math rock, pós-punk e até techno, tudo contribuiu para um som difícil de categorizar, ora mais livre e experimental, ora capaz de cativar um público cada vez mais alargado.

2019 foi o ano do regresso aos discos, com aquele que é o mais ambicioso de todos os registos da banda. “Everything Not Saved Will Be Lost”, uma obra monumental, dividida em duas partes, editadas em dois momentos diferentes, mostra uma banda no topo das suas capacidades. “Exits” ou “In Degrees” são duas das canções que prometem conquistar o público português no verão de 2022. Os Foals sobem ao Palco Super Bock e o cartaz do Super Bock Super Rock tem o seu nome aposto no dia 16 de julho.

Letras doces com a assinatura de Boy Pablo

O rock na sua vertente mais independente continua bem vivo – e a maior prova disso é a qualidade e a autenticidade de artistas como Boy Pablo. Nascido e criado na Noruega, filho de pais chilenos, o jovem Nicólas Pablo Muñoz estudou música na cidade norueguesa de Os antes de começar a fazer as suas próprias canções, o que viria a acontecer com mais consistência a partir dos seus 17 anos.

E esse empreendimento não poderia ter corrido melhor do que correu, com a edição de “Flowers”, em 2016. E algumas das qualidades que hoje reconhecemos em Boy Pablo já ali estavam bem evidentes: o jeito para fazer canções, as harmonias ricas, e as melodias e letras donas de uma doçura capaz de tocar os corações mais empedernidos. E não demorou até que ficasse associado a nomes como Clairo, Cuco, Yellow Days ou Rex Orange County. O seu EP de estreia chegou em 2017, editado pela 777 Records e incluiu o single “Everytime”, que se tornou um sucesso viral em pouco tempo.

Entretanto, Boy Pablo formou uma banda que lhe permitiu apresentar as suas canções da melhor maneira, também ao vivo – 2018 foi o ano da saída da Noruega, com concertos nos Estados Unidos, no Canadá e também alguns países europeus. E o ano de 2018 também foi o ano do lançamento do seu segundo EP, “Soy Pablo”. Os singles “Losing You” e “Sick Feeling” atingiram milhões de visualizações no YouTube e são a prova de que os adolescentes e jovens de todo o mundo se identificam com a personalidade artística de Boy Pablo.

No final de 2020 editou o seu primeiro registo de longa duração: “Wachito Rico”. Boy Pablo traz essas canções para o cartaz do Super Bock Super Rock em julho de 2022: dia 14, no Palco Super Bock.

Goldlink, um reforço de peso para o hip hop, no Cartaz Super Bock Super Rock

GoldLink é um dos nomes mais estimulantes e promissores do hip-hop feito nos dias de hoje. Conhecedor das regras do hip-hop, o rapper não perde uma oportunidade de arriscar e de se aventurar por territórios mais alternativos.

O jovem D’Anthony Carlos começou por se apresentar como Gold Link James e foi assim que começou a dar nas vistas, partilhando algumas das suas faixas online e garantido desde cedo um bom número de seguidores. Apesar do sucesso, o jovem músico fez uma pausa nesse seu percurso e regressou com toda a força em 2013, já com a assinatura GoldLink.

As músicas partilhadas pelo rapper na plataforma SoundCloud eram cada vez mais ouvidas, o que chamou a atenção de nomes como o produtor Kaytranada e o dinamarquês Galimatias. Em 2014 editou a primeira mixtape, “The God Complex”, e logo recebeu elogios do público e da crítica, que considerou este registo como uma das melhores mixtapes editadas em 2014.

No ano seguinte, começou a trabalhar com o produtor Rick Rubin, uma das influências mais fortes na consolidação da sua linguagem musical e na sua mixtape seguinte: “And After That, We Didn’t Talk”. O sucesso destes lançamentos fez com que GoldLink assinasse pela RCA, a editora norte-americana que viria a editar o seu primeiro disco, em 2017: “At What Cost”. Com as participações de nomes como Wale, Shy Glizzy, Steve Lacy, Jazmine Sullivan, Kaytranada, Mýa, Brent Faiyaz, o disco está fixado na história musical da sua cidade, Washington, DC, e GoldLink parece bem confortável dentro dessa tradição. “Crew”, o single do disco, com as participações Brent Faiyaz e Shy Glizzy, foi um sucesso ao ponto de ser nomeado para um Grammy na categoria de Melhor Rap / Melhor Interpretação.

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E o Grammy acabaria mesmo por chegar um ano depois, graças à colaboração com Christina Aguilera no tema “Like I Do”. O segundo disco, “Diaspora”, editado em 2019, tem Pusha T, Tyler, the Creator, Khalid e Wizkid como convidados e é mais uma prova do talento de GoldLink. “Haram!”, editado já em 2021, é o novo trabalho do rapper. Com uma produção imaculada, corre riscos, adiciona novos elementos, mas nunca deixa de soar a… GoldLink – e isso é bom. Essas boas novidades podem ser ouvidas dia 15 de julho de 2022, no Palco EDP, dado que o artista consta do cartaz do Super Bock Super Rock.

Festival conta com o arrojo de Asap Rocky

asap rocky no dia 15 do cartaz super bock super rock 2021

Asap Rocky é hoje um dos nomes mais interessantes e disruptivos do hip hop feito em todo o mundo, mas o caminho nem sempre foi fácil para o jovem Rakim Mayers.

O pai foi preso quando ele tinha apenas 12 anos e, logo depois, o irmão foi morto bem perto do seu apartamento. Estas foram algumas das feridas que acabariam por influenciar o seu comprometimento com a música e a sua própria personalidade artística – a arte ganhou uma importância central para Rakim.

Influenciado pelo estilo sulista dos UGK e pelas rimas dos heróis da sua cidade, o grupo de hip hop “The Diplomats”, A$AP Rocky conseguiu erguer-se do seu ambiente em Harlem e mudou-se para New Jersey, onde começou a fazer rap mais a sério.

Desde 2007 que faz parte de um coletivo chamado A$AP Mob e foi aí que foi buscar a primeira parte do nome de guerra que acabou por adotar. Pouco depois, alguns dos seus temas surgiram no YouTube e aí começou todo o burburinho à volta do seu imenso potencial. “Peso” e “Trilla” foram algumas das canções que começaram por chamar a atenção do público. Seguiu-se a mixtape “Deep Purple” e mesmo antes de editar o seu disco de estreia, A$AP Rocky já estava nomeado para alguns prémios, como o “BBC Sound of 2012”.

O disco de estreia, “Long. Live. ASAP”, editado em 2013, contou com colaborações de nomes como Santigold, 2 Chainz, Kendrick Lamar e Yelawolf. O segundo disco, “A.L.L.A. (At Long Last A$AP)”, chegaria dois anos depois. O disco foi produzido por Danger Mouse e Juicy J, contando com as colaborações de FKA Twigs e Lykke Li. O terceiro disco, “Testing”, editado em 2018, junta várias referências além do rap, integrando até alguns elementos da arte contemporânea.

Mais ambicioso do que nunca, A$AP Rocky assume-se como um artista capaz de ir além do hip-hop, integrando outras artes e formas de expressão, sem nunca negar esse solo no qual estão as suas raízes mais profundas. Neste momento prepara um novo disco: “All Smiles”. Dia 14 de julho de 2022, A$AP Rocky salta do cartaz do Super Bock Super Rock para o palco, e o público terá a oportunidade de ver ao vivo algumas das novidades deste que é, sem dúvida, um dos nomes mais arrojados do hip-hop norte-americano do momento.

Britânicos Hot Chip representam o indie rock

Hot chip no cartaz sbsr

Quando o assunto é juntar elementos eletrónicos ao melhor indie rock, é impossível não falar no trabalho dos Hot Chip, a banda de Joe Goddard e de Alexis Taylor. Conheceram-se em 1991, quando frequentavam a Elliott School em Putney, Inglaterra.

Nesses tempos partilhavam o mesmo fascínio por nomes como Beastie Boys ou Bill Callahan – e juntar referências tão diferentes nunca foi um problema para os Hot Chip, muito pelo contrário. Apesar desta longa amizade, os Hot Chip só surgiram oficialmente no ano 2000 com a edição do EP “Mexico”.

Em 2002 editaram “Sanfrandisco E-Pee”, um registo que captou a atenção da Moshi Moshi Records, uma editora que viria a lançar o primeiro disco da banda, “Coming on Strong”, em 2004. E foi nessa altura que o duo se transformou numa banda com cinco elementos, com as entradas de Owen Clarke, Al Doyle e Felix Martin.

Em 2006 editaram o segundo álbum, “The Warning”, já com os selos da EMI Records no Reino Unido e da DFA nos Estados Unidos (mais tarde, a Domino Records também entraria em cena). Com influências de bandas como os Talking Heads ou os Pet Shop Boys, este registo foi um enorme sucesso junto do público e da crítica, sendo mesmo nomeado para um Mercury Prize.

A banda continuou a desafiar-se nos anos seguintes, correndo riscos e procurando uma linguagem só sua, além das influências mais evidentes. E esse esforço ficou bem evidente nos discos seguintes: “Made in the Dark” (2008), “One Life Stand” (2010), “In Our Heads” (2012) e “Why Make Sense?” (2015). “A Bath Full of Ecstasy”, o último disco da banda, chegou em 2019. Com produção de Philippe Zdar (Cassius) e Rodaidh McDonald (The xx, King Krule), este novo álbum traz alguns dos elementos que fazem o sucesso dos Hot Chip: uma certa nostalgia pela pop eletrónica dos anos 80, um gosto por boas canções que também fazem dançar e uma leveza que não implica deixar de dizer coisas sérias. Temas como “Hungry Child” ou “Melody of Love” prometem conquistar o público atento ao cartaz do Super Bock Super Rock – dia 15 de julho de 2022, no Palco Somersby.

Pedro de Tróia junta-se à armada lusa do cartaz Super Bock Super Rock

Pedro Tróia no festival super bock super rock

Pedro de Tróia já é uma figura ímpar e inimitável no panorama musical português, com uma visão disruptiva, uma extrema habilidade para as palavras e uma voz sempre envolvente.

Num processo de reconciliação consigo mesmo, editou em março de 2020 o seu disco de estreia a solo. Depois de encabeçar uma das bandas mais criativas que a música portuguesa conheceu nos últimos tempos, Os Capitães da Areia, o cantor e compositor apresentou-nos um incomum e memorável trabalho, repleto de delicadeza e generosidade, com a elegância pop que o caracteriza a servir de fio condutor para uma descoberta que também é nossa.

Ao longo de dez canções, ofereceu-nos muito do que sonhou, do que perdeu, do que aprendeu, e também aquilo por que lutou nos últimos tempos. “Depois Logo Se Vê”, com produção e arranjos de Tiago Brito, é de um músico que se dá inteiro e que, dessa forma, conseguiu fazer um dos melhores discos portugueses do ano de 2020.

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O suplemento Ípsilon deu a definição perfeita deste registo de estreia de Pedro de Troia: “De um homem em catarse nasceu pop grandiosa”. Mas Pedro de Tróia não parou de fazer canções e o segundo disco já está na calha. “Tinha de ser assim” verá a luz do dia em outubro de 2021. “Gosto Tanto de Ti”, o primeiro single, é mais uma canção com muita eletricidade e também muito coração, e, certamente, um dos temas mais esperados no cartaz Super Bock Super Rock, para o concerto de Pedro de Tróia, em julho de 2022.

Ganso, mais uma banda portuguesa, para bater asas e palmas

ganso no cartaz super bock super rock 2021

Depois de tomarem o país de rajada em 2015 com “Costela Ofendida”, e de cimentarem esse trabalho em 2017 com “Pá Pá Pá”, os GANSO regressaram no ano de 2019 com novo lançamento discográfico. “Não te Aborreças” e “Os Meus Vizinhos” foram os primeiros avanços dessa nova etapa. “Não Tarda”, o segundo longa-duração do quinteto de rock alternativo lisboeta, foi de novo produzido nos estúdios Cuca Monga, em Alvalade.

Este novo disco denota uma maior maturidade no processo de composição da jovem banda, afastando-se dos riffs rasgados que marcavam os dois trabalhos anteriores e deixando espaço para uma abordagem mais contemplativa, assente em cadências mais relaxadas e ambientes mais complexos.

Como preparação para o lançamento do novo álbum, a banda juntou-se aos Reis da República para apresentar “EQUINÓCIO”, uma digressão nacional conjunta que passou por doze cidades entre abril e junho de 2019.

Em 2020, participaram no álbum “Cuca Vida”, do Conjunto Cuca Monga, gravado em conjunto pelos artistas da editora Cuca Monga, tais como Capitão Fausto, Luís Severo e Rapaz Ego. E, também em 2020, um ano após o lançamento de “Não Tarda”, os GANSO decidiram presentear os fãs com as demos do disco. A viver um bom momento, os GANSO prometem conquistar também o verão de 2022, através do cartaz do Super Bock Super Rock.

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Em 2020, participaram no álbum “Cuca Vida” do Conjunto Cuca Monga, gravado em conjunto pelos artistas da editora Cuca Monga, tais como Capitão Fausto, Luís Severo e Rapaz Ego). E depois destes sucessos, os GANSO prometem conquistar também o verão de 2021, com o concerto de dia 17 de julho no Palco EDP do Super Bock Super Rock.

Leon Brigdes representará o soul no cartaz Super B

Leon Brigdes representará o soul no cartaz Super Bock Super Rock 2022

Leon Bridges é um dos nomes mais fortes da nova música soul. Desde a sua estreia em disco com “Coming Home”, editado em 2015, o músico norte-americano não tem parado de evoluir, surpreendendo-nos a cada novo lançamento. Várias coisas permanecem, no entanto: a voz suave e cheia de charme, a coragem de cantar o que traz dentro do peito, o espírito altamente colaborativo que já o fez dividir o estúdio com nomes como Diplo, Lucky Daye, Kacey Musgraves, Noah Cyrus, John Mayer, Shawn Mendes, Anderson .Paak, Terrace Martin, The Avalanches, entre muitos outros.

Depois da estreia altamente promissora com “Coming Home”, edita o seu segundo disco, “Good Thing”, em 2018. Mais uma vez aparece em grande forma, dando a conhecer ao mundo temas tão fortes como “Bet Ain’t Worth the Hand”, “Bad Bad News” e “Beyond”. No último trabalho, “Gold-Diggers Sound”, editado em julho de 2021, o público é convidado a entrar num lugar onde R&B, jazz, soul, afrobeat, entre outras influências, parecem conviver amigavelmente, num registo pessoal em que a voz de Leon é a protagonista.

A proposta do músico norte-americano parte de uma vasta tradição soul e R&B, sem nunca deixar de olhar o futuro. Temas como “Sweeter” e “Motorbike” são esperados pelo público português na próxima edição do Super Bock Super Rock – dia 14 de julho, no Palco Super Bock.

concerto de flume em lisboa

Flume atua a 14 de julho

Flume é o pseudónimo do músico e produtor Harley Edward Streten. Este australiano começou a produzir a sua própria música no início da adolescência. Com o tempo as coisas foram ficando cada vez mais sérias para Harley, até que assina contrato com uma editora e edita o primeiro EP. Nesse registo de 2011, podemos encontrar “Sleepless”, um dos primeiros temas a merecer a atenção do público. E não demorou muito até que editasse o primeiro disco de longa duração, um homónimo que contou com a participação de nomes como Chet Faker, Jezzabell Doran e Moon Holiday.

Nos meses seguintes edita o EP “Lockjaw”, a meias com o músico Chet Faker, e faz uma tour com os Disclosure. Por esta altura o público e a crítica estavam já rendidos ao talento deste australiano, que coleciona prémios e nomeações no universo da música de dança. Esse sucesso confirma-se com “Skin”, o seu segundo disco, premiado com um Grammy. Este registo contou com a participação de AlunaGeorge, Little Dragon, Vic Mensa, Beck, entre outros.

O single “Never Be Like You”, com Kai, foi um sucesso em todo o mundo, e o mesmo se pode dizer de “Say It”, com a participação de Tove Lo. Depois deste sucesso, o músico voltou com uma mixtape surpresa, “Hi This Is Flume”, editada em 2019. Flume oferece-nos uma música de dança atmosférica à qual é difícil ficar indiferente, assumindo-se como um dos grandes nomes da música eletrónica feita nos dias de hoje. O músico vem a Portugal, e faz parte do alinhamento de 14 de julho do cartaz Super Bock Super Rock 2022.

Jungle Dj Set dão mais eletrónica ao cartaz do Super Bock Super Rock

Jungle Dj Set dão mais eletrónica ao cartaz do Super Bock Super Rock

Os Jungle resultaram do encontro entre dois amigos de infância, Tom McFarland e Josh Lloyd-Watson. Os dois moravam perto um do outro desde os nove anos de idade, em Shepherds Bush, Londres, e cedo começaram a partilhar a mesma paixão pela música. Em 2013 essa partilha começou a tornar-se uma coisa mais séria com a criação do projeto Jungle – a partir desse momento a música passou a ser o mais importante para ambos, e McFarland e Lloyd-Watson passaram a ser conhecidos apenas como J e T. Nos concertos ao vivo os Jungle passaram a ser sete, contribuindo assim para que cada apresentação se tornasse um momento único, muito difícil de esquecer.

O sucesso em estúdio, depois da edição de dois discos incríveis, não impediu que eles devolvessem a sua apresentação enquanto DJ Set, mostrando um autêntico caleidoscópio de influências eletrónicas, enquanto sentem como ninguém a pulsação de cada pista de dança, em qualquer lugar do mundo. Na linha da frente da melhor música de dança destes últimos anos, juntamente com nomes como Leon Vynehall, Bem UFO, Midland, Hot Chip, Young Marco, entre outros, os Jungle continuam a fazer magia por onde quer que passem – e vão regressar ao cartaz Super Bock Super Rock, para o dia 14 de julho, no Palco Somersby.

David & Miguel, diretamente do “Inatel”

O encontro entre dois dos principais talentos da nova música portuguesa só poderia resultar num projeto tão entusiasmante como este. Segundo os próprios, a dupla David & Miguel (David Bruno e Mike El Nite) está para a música como o queijo e a marmelada estão para a culinária: uma delícia pouco ortodoxa.

Após o sucesso do tema “Interveniente Acidental”, os dois artistas voltaram a juntar esforços em “Palavras Cruzadas”, um disco de temas românticos, com muitas histórias de desencontros, amores, desamores, sofrimento e paixão à portuguesa… Este registo, totalmente produzido por David Bruno, conta com as vozes de Mike El Nite e do próprio David Bruno, com as guitarras do habitual Marco Duarte. “Palavras Cruzadas” é um dos melhores discos nacionais deste ano de 2021, graças a canções como “Inatel”. Depois do êxito da sua passagem pelo Super Bock em Stock de 2021, o público vai poder vê-los, ou revê-los, no regresso do Super Bock Super Rock, dia 14 de julho, no Palco Somersby.

Working men's club em lisboa

Working Men’s Club preenchem o primeiro dia do cartaz Super Bock Super Rock

Não é todos os dias que encontramos uma banda tão estimulante como os Working Men’s Club. Tudo começou em meados de 2018, quando três jovens decidiram começar a tocar juntos em West Yorkshire, ainda na adolescência. Os concertos eletrizantes, aliados ao carisma de Sydney Minsky-Sargeant, o vocalista e guitarrista do grupo, construíram uma certa reputação no meio em que se moviam.

Depois de lançarem “Bad Blood”, um single fortemente influenciado pela estética pós-punk, Minsky-Sargeant decidiu dar uma guinada no som da banda, dando espaço à eletrónica. Esta mudança estética viria também a resultar numa mudança na formação da banda. Depois de todas estas coisas estarem redefinidas, os Working Men’s Club partiam para a gravação do disco de estreia, um registo homónimo editado em 2020.

A banda inglesa parecia agora conseguir unir a urgência punk com o seu amor pela música de dança. O single “Teeth”, com a sua toada industrial, prova que essa mudança foi bem conseguida, fazendo crescer as expectativas para as restantes canções do disco. Neste registo de estreia da banda há violência e desespero, mas também há esperança, numa atmosfera perfeitamente adequada aos tempos em que vivemos. A energia bruta destes ingleses chega a Portugal no dia 14 de julho de 2022, no Palco EDP em mais uma edição do Super Bock Super Rock.

Los bitchos

Los Bitchos atuam no palco EDP

Numa caixa de comentários no YouTube alguém escreveu o seguinte: “Esta banda poderia ser a banda sonora ideal para uma versão de Quentin Tarantino da série ‘Sexo e a Cidade”. É uma descrição possível para Los Bitchos, uma das bandas mais promissoras da atualidade. Nos últimos meses gravaram o disco de estreia, com a preciosa ajuda de Alex Kapranos, o líder dos Franz Ferdinand, e, como seria de esperar para quem já conhece Los Bitchos, este registo soa como a maior festa que se pode imaginar – sai em fevereiro de 2022 e chama-se precisamente “Let the Festivities Begin”.

As canções parecem ir direto ao ponto, embora sejam exclusivamente instrumentais. Luminosas, enérgicas, entre o risco e a familiaridade, quase sempre divertidas, e com uma série de referências identificáveis por um público mais atento, tanto musicais como até visuais. É impossível não arriscar um passo de dança enquanto se ouve Los Bitchos pela primeira vez – e nas vezes seguintes também. Canções como “Good To Go” e “Las Panteras” confirmam todos os adjetivos e poderão ser ouvidas em Portugal, no dia 14 de julho de 2022, no Palco EDP do Super Bock Super Rock.

Baba ali em lisboa

Baba Ali representará o HipHop nova-iorquino no cartaz do Super Bock Super Rock 2022

A música sempre esteve presente na vida de Baba Ali, nome artístico de Babatunde Teemituoyo Doherty. Influenciado pelo hip-hop nova-iorquino e pela cena do wave ainda na adolescência, a vontade de fazer a própria música acabou por surgir naturalmente. Em conjunto com Jules Born, formou os Voices of Black. O talento dos dois jovens ficou logo evidente graças a registos como “Her Flower”, editado em 2011.

Depois do trabalho em grupo e de outras colaborações, chegava o momento de Baba Ali arriscar um percurso também a solo, algo que viria a acontecer com a edição de “Nomad”, o seu primeiro EP. “Cog In The Wheel” tornou-se um hit underground, memorável para muitos. Em conjunto com o guitarrista Nik Balchin, Ali gravou o EP “This House” em Los Angeles. Quando chegou a primeira onda da pandemia da COVID-19, com os inúmeros cancelamentos de concertos em todo o mundo, Ali e Balchin tiveram tempo para escrever e gravar a mixtape “Rethinking Sensual Pleasure”.

Em Londres, com Al Doyle (LCD Soundsystem, Hot Chip), Baba começou a trabalhar no seu primeiro disco de longa duração. “Memory Device” saiu em agosto de 2021 e propõe uma viagem pelo ADN musical de Baba Ali, onde há hip-hop, punk e uma série de outras coisas. Uma viagem na qual o público português vai certamente gostar de embarcar, no dia 15 de julho, no Palco EDP do Super Bock Super Rock.

C. Tangana abre o apetite para o 2º dia do cartaz Super Bock Super Rock 2022

c. tangana no cartaz super bock super rock

C. Tangana é um artista que ajudou a redefinir e transcender o género urbano graças à sua paixão e visão. Ativo membro da crew Agorazein, juntamente com nomes como Sticky M.A., Jerv, Agz, Fabianni e I-Ace. No entanto, e apesar desta associação ao coletivo, C. Tangana também tem dado nas vistas no seu percurso a solo. Fortemente influenciado por projetos comos os Beastie Boys, C. Tangana começou a fazer música desde muito cedo.

Depois de um passado sob a assinatura Crema, com uma série de lançamentos, concertos e colaborações, C. Tangana fez a sua estreia como membro da Agorazein em 2011, no disco “Kind of Red”. E a estreia a solo deu-se no mesmo ano com um disco homónimo muito bem recebido pelo público e pela imprensa especializada. Mas a sua identidade ficaria ainda mais evidente em “LOVE’S”, o registo de 2012, onde junta a música tradicional espanhola ao hip-hop e ao trap.

Os anos seguintes fizeram crescer a fama de C. Tangana graças a singles como “Lo hace conmigo”, “Antes de morirme” (um sucesso estrondoso com a participação de Rosalía) ou “Persiguiéndonos”. A música de C. Tangana há muito que havia ultrapassado as fronteiras da própria Espanha e agora conquistava ouvintes em todo o mundo. Depois do sucesso alcançado com “Ídolo”, o registo editado em 2017, C. Tangana começou a preparar um novo disco. “El Madrileño” chegaria em 2021 e, para muitos, apresenta o melhor Tangana de sempre, explorando temas mais pessoais com franqueza, introspeção e uma honestidade brutal, além de ampliar os seus horizontes musicais ao colaborar com lendas como Reis Ciganos, José Feliciano, Toquinho e Eliades Ochoa, e de artistas contemporâneos como Omar Apollo, Ed Maverick e Carin Leon, entre outros. Após o seu lançamento, El Madrileño acumulou mais de 5 milhões de streams no Spotify Espanha nas primeiras 24 horas e posicionou todas as 14 faixas no Top 50, tornando-se a melhor estreia de um artista espanhol na história; o álbum alcançou também o primeiro lugar no Top 10 Global Album Debuts do Spotify, bem como o número 6 nos EUA.

Além disso, recentemente ganhou três Grammy Latinos e foi nomeado para um prémio da Academia Grammy. Canções como “Demasiadas Mujeres” e “Tú Me Dejaste de Querer”, ouvidas por milhões em todo o mundo, são também alguns dos momentos mais esperados pelo público português – C. Tangana atua no dia 15 de julho de 2022 no palco Super Bock do Super Bock Super Rock.

Concerto de woodkit em lisboa

WoodKid atua no dia 16

O jovem Lemoine, o artista que viria a assinar como Woodkid, nasceu em Lyon, em França, no ano de 1983. Estudou ilustração e animação na Escola Émile Cohl e já emprestou esse seu talento visual a artistas como Lana Del Rey, Drake ou Rihanna. Mas a música sempre esteve no seu horizonte também enquanto compositor e intérprete. E o primeiro passo mais sério nesse seu percurso foi dado com o EP “Iron”. A faixa título apareceu em vários trailers de filmes, bem como na série de televisão Teen Wolf. O disco de estreia, “The Golden Age”, chegou em março de 2013. Woodkid usa então a infância como matéria para uma série de canções que conquistaram tanto o público como a crítica.

Nesta música, a eletrónica sofisticada é a convidada que casa na perfeição com uma voz capaz de acolher as vulnerabilidades do artista. Em 2016 foi nomeado para um Grammy graças ao vídeo para “The Golden Age”, com a participação de Max Richter. E nesse mesmo ano foi também responsável pela banda sonora de “Disierto”, um filme de Jonás Cuarón. Em 2019 editou o EP “Woodkid For Nicolas Ghesquière – Louis Vuitton Works One”. E, sem parar de criar e de testar os seus pórpios limites, lança o seu segundo em 2020. “S16” é mais uma exuberante coleção de canções que o público português vai querer conhecer melhor também ao vivo, dia 16, no Palco EDP do Super Bock Super Rock.

Sofi Tukker DJ Set para dar ritmo ao palco Somersby

sofi tukker no festival super bock

O sucesso dos Sofi Tukker foi tudo menos planeado. Tucker nunca pensou em trabalhar na música, passando grande parte da vida a planear uma carreira como basquetebolista; em relação a Sophie, o sonho de uma vida dedicada à música já existia, mas mantinha essas ambições quase em segredo, sem grandes expectativas. E até a origem deste duo se deu por um feliz acaso, quando Sophie Hawley-Eld e Tucker Halpern se encontraram num festival de arte na Universidade Brown nos Estados Unidos.

A cumplicidade foi imediata e não passaria muito tempo desde esse primeiro encontro até ao primeiro tema viral da banda: impulsionada por um anúncio da Apple, “Drinkee” foi ouvida mais de 20 milhões de vezes no Spotify e foi nomeada para um Grammy na categoria de melhor música de dança.

As inúmeras viagens de Sophie acabaram por contribuir para a atmosfera multicultural da música dos Sofi Tukker – um belo exemplo disso são as letras em português, como “Drinkee”, com versos do poeta carioca Chacal. O duo trabalha bem sob pressão e não se tem intimidado com as crescentes multidões nos concertos, com os elogios da crítica, unânime em reconhecer a qualidade da banda, ou com as milhões de visualizações no YouTube.

Em formato DJ Set o duo é conhecido pelos remixes de temas de alguns dos maiores nomes da música em todo o mundo, como Billie Eilish, Lady Gaga ou Katy Perry, sempre a testar os limites da música de dança. E no dia 15 de julho de 2022 prometem trazer toda a sua energia a Portugal e incendiar a pista de dança do Palco Somersby do Super Bock Super Rock.

Capicua reforça presença portuguesa no cartaz Super Bock Super Rock 2022

Concerto de capicua em lisboa

Capicua nasceu no Porto nos anos 80. Depressa descobre a cultura hip-hop, primeiro através do grafitti e depois pela música, passando de mera ouvinte a aprendiz de rapper nos anos 00. Socióloga de formação, Capicua considera-se uma rapper militante e é conhecida pela sua escrita exímia, emotiva e politicamente engajada.

Discos como “Capicua” (2012), “Sereia Louca” (2014), “Medusa” (2015) e “Madrepérola” (2020) são registos que já têm o seu lugar na história recente da música portuguesa. Na última década, tem somado intensos e participados concertos, conquistando um público muito diverso e o reconhecimento da crítica, contribuindo sempre para a destruição dos estigmas associados ao rap no nosso país. Apologista do espírito colaborativo e interventivo típico da cultura hip-hop, a rapper tem trabalhado com vários artistas, de Sérgio Godinho a Sara Tavares.

Capicua também se tem destacado enquanto letrista, para intérpretes como Gisela João, Aline Frazão, Ana Bacalhau, Camané ou Clã. Em 2021, celebrando o primeiro aniversário do álbum “Madrepérola”, edita o EP “Encore”, gravado ao vivo no Rivoli e no Teatro Aveirense, nos últimos concertos do difícil ano de 2020. Em plena pandemia, contraria-se a falta de palco, celebrando a música ao vivo, para perpetuar os momentos felizes entre a banda e a plateia, mas também para dar a merecida continuidade ao seu último disco de originais.

Renovam-se os votos, prepara-se reportório, com a nova formação e o novo cenário, para voltar à estrada assim que possível, plenos de energia vital, para espalhar poesia convertida em música – e uma boa oportunidade para tudo isso acontece no dia 15 de julho de 2022, no cartaz Super Bock Super Rock, para o palco Somersby.

Já confirmados no cartaz Super Bock Super Rock 2022:

Dia 14 de Julho 

A$AP Rocky, Boy Pablo, Flume, Leon Bridges, Working Men’s Club, Los Bitchos, Jungle DJ Set, David & Miguel, C. Tangana

Dia 15 de julho 

Brockhampton, GoldLink, Hot Chip, Pedro de Tróia, Baba Ali, Sofi Tukker Dj Set, Capicua

Dia 16 de julho 

Foals, GANSO, Woodkid

Perguntas Frequentes

Quanto custam os bilhetes para o Super Bock Super Rock?

Preço dos Bilhetes:
Passe Geral – 110€
Bilhete Diário – 55€

Sabe tudo sobre o cartaz do Super Bock Super Rock em presspoint.pt.

Onde posso comprar os bilhetes para o Super Bock Super Rock?


Locais de Venda
Só são válidos os bilhetes adquiridos nos locais oficiais de venda: meoblueticket.pt – Call Center Informações e reservas 1820 (24 horas), ABEP, Bilheteiras da Altice Arena, rede Pagaqui, FNAC e em bilheteira.fnac.pt, Worten, Phone House, ACP, El Corte Inglês, Turismo de Lisboa, Festicket.

No estrangeiro: 
Festicket
Seetickets
Masqueticket (Espanha) 
 
Pacotes de Alojamento e Serviços:
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Informações adicionais:
Maria João Serra | Promoção
Música no Coração
Tel: 351 21 010 57 00 Fax: 21 315 65 55
Rua Viriato, 25, 2º Esq, 1050-234 Lisboa

FONTEMúsica no Coração - Super Bock Super Rock
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