setor dos recursos humanos

As empresas do setor de Recursos Humanos são hoje chamadas a ter um papel mais ativo e fundamental para os seus clientes: garantir que dão o suporte legal, administrativo e tecnológico necessário para que os gestores de RH das empresas se concentrem em aceitar e enfrentar os novos desafios com sucesso. A Seresco Portugal, empresa tecnológica especialista em processamento salarial e externalização de recursos humanos, analisou alguns dos desafios que as empresas do setor enfrentam este ano.

Diz a especialista que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para estes próximos cinco anos, compreende reformas que são essenciais, aceleradas pela pandemia, e que colocam desafios particulares à área de RH.

Transição energética e retenção de talento estão entre os grandes desafios para o setor de Recursos Humanos

São eles, numa perspetiva mais macro: em primeiro, a sustentabilidade e a transição energética. O desafio na transição climática implica alterações de qualificações, da estrutura de trabalhar e do emprego com vista à descarbonização da economia. Para a retoma do crescimento sustentável, e inclusivo, não poderemos nunca deixar de responder às vulnerabilidades sociais que coexistem neste momento, e devemos aumentar o potencial produtivo, o emprego e a competitividade.

A luta pelos talentos e o futuro do trabalho de que muito se fala, é ainda hoje outro desafio. O setor de Recursos Humanos tem uma necessidade de adaptação mais célere do que qualquer outra área para o antecipar e bem responder com políticas ajustadas e que de facto promovam a manutenção e retenção dos seus talentos numa sociedade que se torna mais digital. Devem por isso os gestores de RH focar o seu trabalho no que é critico para a sua empresa e a competitividade necessária, recorrendo a empresas fornecedoras do setor de RH para relegar temas fundamentais, mas mais rotineiros e processuais.

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E por último o desafio do digital e dos cuidados de cibersegurança necessários para a proteção de informação confidencial e critica para as empresas no que diz respeito aos seus colaboradores. O ano passado assistimos a um aumento exponencial dos ciberataques e a tendência mantém-se em crescimento (e não na desejada redução). Num momento em que a transição digital das empresas ainda não está concluída e que a forma de trabalhar implica o teletrabalho e a mobilidade, é conveniente a atenção ao tema de garantir a implementação de políticas de cibersegurança eficazes e atuais.

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FONTESeresco
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