“Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa – Obras da Secretaria da Cultura em Depósito na Coleção de Serralves” é uma exposição a ser apresentada no Museu Municipal de Espinho, pelas 16h00 horas, de dia 16 de junho*, no âmbito de uma parceria entre a Fundação e o município, que oferece um vislumbre da coleção de Serralves em Espinho.

Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves, especificamente selecionadas para vários espaços, com o objetivo de tornar este acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do País. Serralves cumpre, assim, a sua missão ao promover o alargamento da rede de acesso e de aproximação de públicos variados à arte e à cultura em mais de 30 municípios.

Exposição de Serralves em Espinho documenta as dinâmicas relacionais entre artistas portugueses e destes com o que se fazia lá fora, dos anos 60 aos 80

Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Ângelo de Sousa, António Dacosta, António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, Fernando Calhau, Fernando Lanhas, Graça Morais, João Vieira, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, Jorge Pinheiro, José de Carvalho, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Lourdes Castro, Luís Noronha da Costa, Manuel Baptista, Manuel Rosa, Maria José Aguiar, Nikias Skapinakis, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, René Bertholo, Rui Sanches

A exposição mostra um conjunto de obras provenientes da coleção da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, desde a criação da Fundação de Serralves, e demonstra a importância que a pintura e a escultura tiveram ao longo dos anos 1960, 70 e 80 na renovação das linguagens artísticas em Portugal. As obras selecionadas refletem o diálogo que os artistas portugueses deste período estabeleceram entre si e como se relacionaram com os ambientes e influências dos meios artísticos internacionais do pós-guerra.

O núcleo de obras da SEC foi constituído seguindo uma estratégia continuada de aquisições que arrancou em 1979 e que reuniu alguns dos exemplos mais significativos da arte portuguesa realizada durante esse período, ao mesmo tempo que procurou agregar algumas obras representativas das várias expressões modernas do passado recente. A Coleção SEC foi uma das que, desde a primeira hora, impulsionou a consolidação de um museu de arte especialmente vocacionado para a contemporaneidade artística, como é Serralves.

Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto.

*Evento fechado ao público, por razões de limitação de lotação do espaço. A abertura das portas ao público: 17h

Fernando  Rodrigues Pereira
Assessoria de Imprensa / Press Officer Telm. 00 351 925409295
apoio.imprensa@serralves.pt

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