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Roquette & Cazes 2018: três castas, duas famílias e um "terroir"

Vamos, então, a contas: três castas, duas famílias e um terroir. Esta é a fórmula que está na origem dos vinhos Roquette e Cazes, um projeto que resulta da soma perfeita entre a visão e experiência das famílias Cazes, do Château Lynch-Bages, em Bordéus, e Roquette, da Quinta do Crasto, no Douro. Em conjunto, produzem, desde 2002, vinhos que são verdadeiros casos de sucesso todo o mundo, como é exemplo o homónimo.

Desde a primeira edição, em 2006 – exatamente há 15 anos, outro número a memorizar -, que este vinho se tem afirmado como uma das principais referências entre os DOC Douro. Feito a quatro mãos, pela dupla de enólogos Manuel Lobo (Quinta do Crasto) e Daniel Llose (Château Lynch-Bages), combina o melhor de dois pensamentos, sem preconceitos ou barreiras.

O Roquette e Cazes 2018 é o mais recente exemplar desta filosofia. O ano foi particularmente desafiante para a viticultura da região do Douro, com chuvas abundantes de fevereiro a junho e períodos de elevadas temperaturas e seca em agosto. Felizmente, as reservas de água da primavera permitiram às videiras trabalharem em pleno, alcançando níveis excecionais de maturação da uva, dando origem a uma colheita excelente em termos de qualidade.

Este vinho, elaborado a partir de três das mais famosas castas do Douro, a Touriga Nacional, a Touriga Franca e a Tinta Roriz, é marcado pela excelente concentração, estrutura, frescura e definição aromática

Roquette e Cazes 2018: uma agradável e forte projeção de aromas…

Após a vinificação, estagiou durante 18 meses em barricas de carvalho francês para relevar todo o seu potencial. Um trabalho rigoroso que resulta num vinho de cor rubi carregada e com uma agradável projeção de aromas, onde se destacam os frutos vermelhos bem integrados com suaves notas de especiaria. Um vinho de grande elegância, mas com caráter forte, que cativa ao primeiro contacto.

Por fim, o último número a reter é mesmo o da temperatura ideal de serviço, recomendada a 16-18º. O vinho já está disponível nas principais garrafeiras do país, com preço de venda ao público recomendando de 20,00€.

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Conheça melhor o rótulo pelas palavras do enólogo Manuel Lobo

Sobre o projeto:

O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, um encontro de dois amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages, em Bordéus. Em 2002, as duas famílias decidiram criar uma empresa para produzir grandes vinhos que fossem marcados pelas características naturais do Douro e pela experiência dos Cazes, que fazem vinhos em Bordéus há cerca de um século.

O Xisto – Roquette & Cazes 2003, o primeiro vinho deste projeto, foi lançado na Vinexpo de 2005. Nessa mesma feira, o ranking das “Découvertes 2005” inclui-o no «Top Ten» e na categoria «Les 3 Exceptionnels», fazendo deste vinho uma revelação mundial.

Mais tarde, e depois de três edições de sucesso, as duas famílias resolvem criar um outro vinho – o Roquette & Cazes 2006, um vinho que iria buscar os ensinamentos do seu irmão mais velho, para ser igual na elegância, na fineza e na profundidade de boca, mas ao qual iriam dar um maior estágio em garrafa para o tornar mais pronto a beber quando saísse para o mercado.

Com o nascimento deste novo vinho, Jorge Roquette e Jean-Michel Cazes tomam a decisão de reposicionar o vinho mais antigo do projeto, passando a engarrafá-lo apenas em anos em que a fruta se revelar de qualidade excecional.

A ideia é elevar ainda mais o patamar do Xisto – Roquette & Cazes, tornando-o num verdadeiro ícone do vale do Douro a par dos vinhos Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa e Quinta do Crasto Vinha da Ponte. A quantidade a engarrafar do novo Xisto – Roquette e Cazes será sempre muito pequena, não devendo superar as 3.000 garrafas.

Gabinete de Imprensa:

SILVER LINING – Consultoria de Comunicação 

Daniela Cerqueira

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FONTERoquette & Cazes
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