Reciclagem e compostagem: Maia bate recorde

A Maia fechou 2019 com o valor mais elevado de sempre na recolha seletiva de resíduos urbanos: 22.100 toneladas, alvo de reciclagem e compostagem.

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Os resíduos mais recolhidos na Maia foram papel, vidro, embalagens, resíduos orgânicos e madeira, para reciclagem e compostagem

A Maia fechou 2019 com o valor mais elevado de sempre na recolha seletiva de resíduos urbanos. A Maiambiente enviou, para reciclagem e compostagem, 22.100 toneladas de resíduos com potencial de valorização.

Trata-se de um excelente resultado ao qual se soma o índice de “Retomas de Recolha Seletiva” a atingir os 72,8 kg/hab., valor que supera os 67,20 kg/hab., atingidos em 2018, e a “Taxa de Preparação para Reutilização e Reciclagem” que atingiu os 47,33%, superando, também, os valores de 2018, 45,75%, e as metas do PERSU 2020 (38%).

“A adesão e o empenho da população são essenciais neste processo de construção de uma Maia mais sustentável. A quem muito agradecemos. Mas, só aliando a esse comprometimento da população, uma estratégia alinhada com a preocupação mundial na procura de alternativas mais sustentáveis e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável previstos na Agenda 2030 é possível atingir estes resultados”, salienta o Presidente da Maiambiente, Paulo Ramalho.

Os resíduos mais recolhidos na Maia foram papel (3.750 ton.), vidro (3.450 ton.), embalagens (3.050 ton.), resíduos orgânicos (2.450 ton.) e madeira (1.700 ton.). Contribuíram ainda para estes resultados, entre outros, a recolha de resíduos elétricos e eletrónicos, resíduos têxteis, resíduos de construção e demolição, objetos volumosos e resíduos verdes.

Reciclagem e compostagem: potencial de valorização ainda é elevado

Porém ainda muito pode ser feito. Para além dos resíduos que foram enviados para reciclagem e compostagem, foram recolhidas 42.900 toneladas de resíduos indiferenciados, valor que representa mais de 310 kg por hab./ano.

“Este é um valor que é urgente reduzir de forma a garantir a sustentabilidade ambiental, mas também económica do país para as gerações futuras”, alerta Paulo Ramalho.

E reforça: “A cada tonelada de resíduos indiferenciados está associado um custo de recolha/transporte e outro de tratamento, pelo que a única forma de o diminuir, é reduzir a produção de resíduos e separar cada vez mais e melhor porque ainda são deitados no lixo, muitos resíduos que podem ser enviados para reciclagem e compostagem. É com este foco que temos vindo, também, a trabalhar e a implementar medidas de reajuste quer na recolha de resíduos porta a porta, quer na oferta de serviços complementares, quer no estudo de um novo modelo tarifário, pioneiro em Portugal, onde os clientes apenas pagarão pelos resíduos que não reciclam”.

Gabinete de Comunicação:

Teresa Juncal Pires | 910 945 790 | [email protected]

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