3.000 quilómetros de costa, com praias praticamente intocadas de águas cristalinas, fazem de Moçambique um destino sem par no contexto africano. Para aqueles cujo ideal de férias não dispensa o calor, cenários paradisíacos e exclusividade, a antiga colónia portuguesa pode ser o “match” perfeito. Mas há mais, muito mais, especialmente para os amantes da natureza. Se é verdade que a cor das águas e o brilho dos areais são argumentos fortes, não é menos verdade que têm ofuscado outro grande apelo deste país. Menos “badadalos” nos roteiros turísticos, os Safaris em Moçambique oferecem uma oportunidade única de “mergulhar” num país menos conhecido, de explorar e contemplar a natureza local, plasmada na perfeição na vida selvagem que habita a savana.

Depois dos conflitos armados, a nova “guerra” é pela recuperação, contra a caça ilegal e a favor dos Safaris em Moçambique

Antes da guerra civil Moçambique oferecia uma das mais ricas faunas e floras de África, com parques naturais intermináveis que disponibilizavam o que melhor caracteriza este continente. O conflito armado acabou por destruir muitos desses ecossistemas, com uma redução drástica da população de animais selvagens em certas zonas. Porém, desde 1995 tem-se assistido a uma reconstrução dessas reservas naturais, sobretudo desde 2010.

Hoje, a maior parte das grandes reservas do país estão restauradas, voltando a proporcionar a experiência africana por excelência, de que podemos tirar partido com os safaris em Moçambique.

Como o exemplar mais conhecido, o parque natural da Gorongosa, dizimado durante a guerra, foi totalmente recuperado através de uma parceria público-privada e de um forte contributo do investidor, Greg Carr. Mas não é um caso isolado. Outra parceria tem produzido resultados assinaláveis para outros parques. A ANAC (Autoridade Nacional Áreas Conservação) e a Peace Parks Foundation lograram devolver o fulgor do Parque Nacional de Zinave e da Reserva Especial de Maputo.

A somar, a Reserva Especial do Niassa está também a ser recuperada, tendo vindo a ganhar, de forma consistente, a luta contra a caça ilegal. É de salientar que nos últimos dois anos não se registou nenhum caso de caça ilegal de elefante nesta Reserva, um feito relevante num continente onde este flagelo se mantém bem presente.

A reserva natural do Limpopo, a sul, está também no bom caminho, com uma recuperação acelerada que poderá viar a ligá-la ao Parque Nacional do Zinave. Originalmente, estes dois parques formavam uma área protegida comparável ao Serengueti.

Com a proximidade ao Parque Nacional Kruger, uma das mais conhecidas reservas de animais selvagens do mundo, os Moçambicanos, e os turistas que visitam Moçambique, habituaram-se a cruzar a fronteira da África do Sul para fazer um safari. Um opção bastante cómoda para quem procura fazer Safaris em Moçambique, pois são apenas 50 minutos de viagem de carro, a partir de Maputo.

Mas a verdade, apesar de pouco conhecida, é que entrar no Kruger Park pela África do Sul é opcional, uma questão de comodidade, já que parte deste parque está dentro das fronteiras de Moçambique, ligando-se à Reserva Nacional do Limpopo.

Porém, hoje em dia já não é necessário sair de Moçambique para ter uma verdadeira experiência de Safari. Aliás, os parques naturais e os Safaris em Moçambique oferecem várias vantagens. São mais autênticos e menos concorridos do que, a título de exemplo, o super popular Kruger Park, descaracterizado ao longo dos anos pelo turismo de massas.

Ano a ano após ano, este parque, um dos grandes cartões de visita do continente africano, foi-se descaracterizando e perdendo o seu lado mais genuíno a favor das exigências de conforto de grande parte dos turistas. Como as estradas asfaltadas e outras comodidades que desvirtuam e contaminam a experiência e a natureza que se procura num safari.

Os safaris em Moçambique podem conjugar savana e praia

Um turista em Moçambique pode, confortavelmente, visitar a Reserva Especial de Maputo e tirar partido de uma experiência singular no mundo. Pode fazer um safari que o conduz da savana até praias paradisíacas e, num único tour, contemplar elefantes e baleias. Também é possível ir a Zinave, cruzando o rio Save de ponta a ponta, e contemplando ecossistemas onde o verde se destaca e onde a água abunda.

Para os mais exigentes no que diz respeito ao conforto, a Gorongosa oferece a melhor solução, com uma oferta de alojamentos de luxo, que também possibilita ver os “big five” num só dia.

Moçambique, que não restem dúvidas, é muito mais que praia. É um dos poucos destinos no mundo que combinam, com excelência, praia e safari numa mesma viagem.

Para mais informações:

Fernando Mendes – Mussiro Trips

[email protected]

FONTEMussiro Trips
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