Qualquer pessoa com um projeto na web, pessoal ou profissional, terá – à partida – um caminho e um objetivo bem definidos. Para trilhá-los, na proximidade daquilo que a estratégia conceptualizou como sucesso, urge, como de pão para a boca, alcançar um determinado volume de visitas. E é nessa altura que a pergunta é impelida como uma mola: “Como gerar tráfego para o meu site?” Esta é, com grande probabilidade, a questão com maior peso no desenvolvimento e evolução de qualquer empreendimento digital.

O grande problema é que a resposta está muito longe de ser linear… E dependerá, desde logo, sempre da audiência potencial, do público-alvo que a estratégia colocou na mira que olha para o horizonte. Gerar ou o aumentrar o tráfego, seja orgânico, direto, de origem social ou de outra qualquer fonte, importa apenas se se tratar de tráfego qualificado.

Como gerar tráfego para o meu site, mas qualificado?

Antes de avançar para a resposta, e para o desenho da solução, é importante, pois, definir o que é esse tráfego qualificado, no âmbito do projeto em mãos. E, aqui posicionados, há que identificar as características que aproximam a audiência com potencial para gerar conversões no website em causa. Quantas mais peças juntarmos a esta espécie de puzzle maior aproximação conseguiremos a campanhas de sucesso.

Neste processo de caracterização, é essencial perceber por onde anda o público que interessa, que redes sociais usa, o que pesquisa no Google (e de que forma), quais são as suas plataformas de referência e, em alguns casos, os influenciadores que interessam.

Quando se parte do zero para esta demanda, deve-se evitar seguir instintos ou palpites – o “achismo” é meio caminho para a ineficiência no mundo on-line. Com tantas ferramentas digitais à disposição, que um concorrente competente certamente não negligencia, não podemos dar-nos ao luxo de não olhar para os dados e não assumir uma política data driven. Com uma “mão cheia de nada”, há que arregaçar as mangas e partir da identificação da concorrência e respetiva análise.

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Análise do Similarweb

Para descobrir-se a origem do tráfego dos concorrentes pode-se, por exemplo, recorrer ao Similarweb, uma ferramenta gratuita que permite ver se as visitas ao website são de origem orgânica, se decorrem de campanhas de email marketing, de referências externas, de redes sociais, ou mesmo de tráfego direto – este reflexo da notoriedade da marca. No âmbito da redes sociais, o Similarweb ajuda ainda a perceber quais são as redes sociais com mais peso.

Para além desta, existem outras ferramentas, mais completas, mas geralmente pagas. O que interessa que fique claro é que é fundamental analisar e tomar decisões com base em dados, independentemente da ferramenta que se usa na sua obtenção.

Partindo assim desse estudo prévio de vários concorrentes, que possam ser enquadráveis como exemplos, começa-se então a mapear os caminhos percorridos pela audiência que interessa atrair. A partir daí, pode-se, de forma consciente, decidir em que tipos de tráfego apostar, entre os habitualmente tipificados:

  • Search (pago ou orgânico);
  • Social (pago ou orgânico);
  • Email;
  • Referência.

Seja como for, dever-se-á optar pelos que têm origens ou fontes com maior retorno nos casos analisados previamente. E a mesma receita se aplica às redes sociais.

Neste artigo, abordaremos de forma concisa cada tipo de origem, visando sustentar e facilitar uma escolha acertada.

Como gerar tráfego orgânico para o meu site?

Se os dados já o conduziram à escolha do tráfego orgânico como uma aposta estratégica na aquisição de visitas, então, impõe-se partir para a análise dos concorrentes nessa vertente. Esse estudo deverá servir como base para começar a delinear o plano de SEO (Search Engine Otimization), em português: otimização para motores de busca.

Análise da concorrência e pesquisa de keywords

Para iniciar a elaboração da estratégia poder-se-á começar por estudar os websites da concorrência e/ou aspiracionais, recorrendo, por exemplo, ao ubersuggest. Esta ferramenta permite perceber quais são as principais keywords (palavras-chave) e as páginas mais fortes. Com base nas conclusões extraídas, dever-se-á passar depois à definição das keywords a trabalhar e a incluir no plano editorial em mãos. Mas não nos devemos limitar a estas.

É que existem certamente outras palavras-chave que ainda não estão exploradas e nas quais poder-se-á apostar, com maiores hipóteses de sucesso. Para identificá-las, o  Ubersuggest é recurso quanto baste, ou, em alternativa, o keywordtool.

Mediante a introdução de uma keyword (mais ou menos genérica), estas ferramentas digitais fazem sugestões de keywords longtail, ou seja, de cauda longa, e indicam o respetivo volume de pesquisa em cada país.

Mas o que são as keywords longtail? Como o nome deixa adivinhar, são mais longas e complexas. Isso torna-as mais fáceis de serem trabalhadas e mais eficientes na aproximação a uma audiência mais qualificada.

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Sugestão de keywords do Ubersuggest

Veja-se, por exemplo, o artigo que está a ler: ele tem a palavra-chave “como gerar tráfego para o meu site” a suportá-lo… Isto ajuda o motor de busca a “perceber” a especificidade deste artigo, assim como a relevância que possuí enquanto resposta à pesquisa que foi realizada pelo utilizador – também ela muito específica.

Ora, se se estivesse a otimizar este texto para uma keyword genérica e mais abrangente (como “tráfego“, “gerar tráfego” ou “aumentar tráfego“), a probabilidade de receber visitas de utilizadores que procuram algo distinto daquilo que esta informação oferece… aumenta largamente.

Consequentemente, a bounce rate (taxa de rejeição) do artigo subiria e, no sentido inverso, o CTR (taxa de cliques) do resultado teria uma queda. Mas as consequências não se ficariam por aqui.

No desdobramento destes dois indicadores, a relevância da resposta deste texto nos motores de busca sairia penalizada. Com grande probabilidade, a primeira página do Google tornar-se-ia uma miragem, e as páginas seguintes dos resultados, onde quase ninguém nos procura, uma realidade praticamente incontornável.

Porque a identificação de palavras-chave se reveste de grande importância, antes do SEO propriamente dito, anote alguns tipos de keywords que raramente trazem retorno:

  • Keywords genéricas e fora de contexto;
  • Keywords que incluam jargão ou termos muito técnicos;
  • Keywords de clickbait (caça-clique), que induzam o utilizador em erro, para motivar um click;
  • Keywords com o nome de concorrentes;
  • Keywords que não estão relacionadas com o nosso público-alvo, e que, por isso, vão promover tráfego nada qualificado;
  • Keywords com muita concorrência, especialmente quando o projeto em questão está apenas no início.

SEO onpage

Depois de definido o plano editorial, de acordo com as keywords identificadas, há que começar a desenvolver peças de conteúdo relevante e único, para cada uma delas. Estas deverão seguir as diretrizes e as boas práticas do designado SEO onpage, as quais, entre outras coisas, preveem:

  • Conteúdo extenso que, no mínimo, supere as 300 palavras. A dimensão da peça deverá ser definida de acordo com a análise da concorrência para esse termo. Mas, para que se tenha noção, em média, o primeiro resultado do Google contém 1.800 palavras…;
  • A palavra-chave deverá constar no título (H1), em pelo menos num subtítulo (H2), no primeiro parágrafo, na meta-informação (meta title e meta description), no Alt text de uma imagem, no url e, ao longo do artigo, deverá surgir a cada 100 ou 150 palavras, perfazendo uma densidade próxima de 1%;
  • Criaçãode uma estrutura de links internos que potencie a navegabilidade e a visita a outras páginas;
  • O carregamento da página deverá ser tão rápido quanto possível.

SEO offpage

O intuito desta forma de SEO é aumentar a relevância do website, que também contribui para melhorar o respetivo posicionamento. Essencialmente, consiste na geração de links externos ancorados em menções ao nosso sítio eletrónico. No entanto, para além da relevância, este tipo de ligação gera tráfego de referência.  Os links externos, ou backlinks, podem ser conseguidos de várias formas:

  • Produção de conteúdo relevante e de qualidade. Pois que, quando o utilizador aprecia e valoriza o conteúdo criado, as probabilidades de referi-lo aumentam largamente. Esta abordagem potencia a geração de links de forma natural e é a mais recomendável;
  • Fazer guest posts noutros sites, que incluam hiperligações para o projeto em mãos;
  • Difusão de press releases com links, em plataformas como Press Point. (A propósito: leia o nosso artigo “Como fazer um press release, elabore-o, submeta a nota de imprensa e consiga um link contextualizado no Press Point);
  • Publicações em fora de discussão;
  • Inscrição em directórios de empresas;
  • Troca e compra de hiperligações – uma estratégia desaconselhável, todavia, considerada black hat e que, a médio ou longo prazo, dará origem a uma penalização do Google.

SEO local

local seo
Resultados do GMB

Se possui um negócio físico, pode – e deve – reclamar a correspondente propriedade no Google My Business, otimizando a página ou perfil de negócio. Isto contribuirá para que ele ganhe destaque entre a concorrência, e implica:

  • Uniformizar a morada com outros canais onde esteja presente;
  • Definir com exatidão os serviços ou produtos;
  • Fazer uma boa descrição da empresa;
  • Inserir fotografias e fazer publicações relacionadas com as keywords em que se pretende competir. E sem esquecer que trabalhar esses termos no site também contribuirá para um bom desempenho;
  • Convidar os clientes a fazerem avaliações;
  • Manter o perfil empresarial ativo, atualizando-o com regularidade.

Devo fazer Google Ads?

Os anúncios pagos no Google, desde que bem feitos, são uma excelente fonte de tráfego qualificado, com potencial para gerar um retorno significativo. Eles destacam o projeto digital nos primeiros resultados de pesquisa, ainda antes dos orgânicos.

como gerar tráfego orgânico para o meu site ads ou orgânico
Posicionamento pago seguido posicionamento orgânico

No entanto, este tipo de campanha poderá não fazer grande sentido para pequenos empreendimentos pessoais de conteúdo.

Mas, se vende um produto ou presta um serviço, esta abordagem poderá ser muito rentável. Permitir-lhe-á ir ao encontro de uma audiência muito próxima da conversão. Com Google Ads isto sucede de forma muito mais assertiva e incisiva do que, por exemplo, com o Social Ads. Na publicidade em redes socais é muito mais difícil impactar a audiência numa fase tão avançada do funil de conversão.

O contexto em que se surge escapa, de alguma forma, ao controlo. Resumindo, com Google Ads podemos surgir no local certo e na hora certa, e impactar o utilizador quando este só precisa de, digamos, um “empurrãozinho”.

É necessário investir muito?

No Google Ads, para se afinar uma campanha e uma estratégia é necessário testar, analisar dados, voltar a testar e, assim, ir potenciando o retorno do investimento.

No que é que isto se traduz? Espelha-se na necessidade de ter um orçamento mínimo, para investir de forma regular e planeada. Esta abordagem deve ser, em qualquer circunstância, subjugada e dependente dos dados gerados.

Será esse investimento mínimo, planeado e recorrente, que permitirá gerar informação suficiente para sustentar as decisões que visam a melhoria. Esta última, por sua vez, resulta de ajustes necessários à rentabilização do investimento. Resumindo, se existem 50€ ou 100€ para investir mais vale empregá-los noutros canais, como as redes sociais.

Qual é a melhor forma de gerar tráfego para o meu site: Google Ads ou SEO?

Em muitos projetos, estas duas formas complementam-se e fazem sentido. Mais do que dizer que uma ou outra é a mais adequada, importa apontar as vantagens de cada uma delas. Cada projeto tem as suas particularidades e, em última instância, a estratégia deve-se-lhes adequar.

As vantagens do Google Ads

A publicidade no Google permite uma série de abordagens e posicionamentos distintos. Ela faculta:

  • Posicionar os nossos resultados acima dos resultados orgânicos;
  • Fazer campanhas pesquisa para de determinadas keywords, que atraem uma audiência muito próxima da conversão;
  • Desenvolver campanhas de display;
  • Fazer remarketing através da geração de audiências, entre os visitantes que recebemos no website;
  • Criar campanhas de Google Shopping, cuja taxa de conversão é significativa;
  • Abraçar tudo isto de forma quase instantânea – uma aposta que se reflete no curto prazo.

As desvantagens do Google Ads:

  • Poderá ser necessário um orçamento relativamente alto, para otimizar uma campanha e torná-la rentável;
  • A implementação e otimização de campanhas exige uma capacidade de análise e tradução de dados elevada, sob pena de implicar perda de dinheiro;
  • O alcance esgota-se no orçamento. Note que, quando a campanha termina, se não houver um posicionamento orgânico, desaparece dos resultados…

As vantagens do SEO

  • Permite alcançar o público de uma forma muito incisiva e gerar tráfego qualificado;
  • Gera tráfego de forma prolongada, ao contrário da publicidade, cujo tráfego se esgota no orçamento;
  • A produção e a otimização do conteúdo implica um investimento menos significativo, comparado com aquele que é necessário para gerar o mesmo volume de tráfego com Google Ads, a médio e longo prazos;
  • A criação de conteúdo relevante para a audiência potencia a notoriedade e autoridade que, com o passar do tempo, se reflete em tráfego de referência e direto.

As desvantagens do SEO

  • Os resultados em SEO surgem a médio e longo prazo, sendo necessário empregar recursos sem grandes expectativas de retorno nos primeiros seis meses;
  • A manutenção do posicionamento orgânico implica a publicação regular de novo conteúdo e a atualização do conteúdo mais antigo.

No final de contas, responder à questão “como gerar tráfego para o meu site, pago ou orgânico?” dependerá sempre da análise das necessidades e do contexto do projeto.

Até agora, abordámos apenas parcialmente as origens de tráfego. Mas, para além das redes sociais, e se souber fazer bem as coisas, transformando o tráfego em leads e em subscrições, pode ter no email marketing uma ferramenta poderosa. Daí que valha a pena conhecer as opções que se seguem, as quais, eventualmente, poderão fazer mais sentido no contexto do seu projeto.

O email marketing ainda gera tráfego?

É legitimo questionar-mo-nos se o recurso a campanhas de email ainda produz resultados, quando pensamos na nossa conta de correio eletrónico. Geralmente inundada de mensagens, acabamos por olhar para muito poucas.

Mas, se basear a estratégia de email marketing no pressuposto da qualidade e valor, existe uma grande probabilidade do destinatário considerar a comunicação idealizada relevante.

Para além disso, não esqueça que este meio permite impactar pessoas que já manifestaram interesse nos seus produtos, serviços ou conteúdos, fazendo deles, consequentemente, uma audiência qualificada – aspeto que poderá, ainda, ser exponenciado através da segmentação da base de dados. Esta afinação permite comunicar de maneira especifica e apurada para cada segmento. Numa abordagem que contribuirá certamente para que as campanhas se traduzam em resultados.

Por outro lado, o email marketing pode ser posto em prática recorrendo a ferramentas digitais gratuitas, como o Mailchimp, que permitem automatizar processos que garantem um fluxo contínuo de tráfego de qualidade.

Em suma, o email marketing não “está morto” e faz sentido enquadrá-lo estrategicamente.

Tráfego com origem em redes sociais

As redes sociais podem ser uma fonte de tráfego fundamental qualquer projeto. Mas primeiro é preciso contextualizá-lo e definir as que fazem estrategicamente sentido.

Depois de escolhidas as redes sociais a trabalhar, faça por não depender exclusivamente deste tipo de tráfego. Em geral, quando são lançadas, as redes sociais permitem um grande alcance orgânico que, com o passar, tende a desaparecer à medida que se popularizam. O Facebook é um bom exemplo disso.

Hoje em dia, para alcançar audiências de forma significativa há que, forçosamente, fazer campanhas pagas. Uma estratégia que poderá ajudar nesse sentido é ser um early adopter de uma rede social. Como referido, no início será muito mais fácil conseguir seguidores e alcance. Será sempre um risco, pois a nova rede pode ser um flop, mas também existe a probabilidade de correr bem.

Outra coisa a considerar é que o tráfego de origem social tem uma bounce rate elevada, quando comparada com outras fontes de tráfego. Seja através de alcance orgânico ou de campanhas pagas, os utilizadores que se encontram a utilizar a rede social são pouco permeáveis a sair da rede e a converter, quando são impactados. É, pois, muito mais difícil impactar a audiência no momento certo, contrariamente àquilo que acontece com o alcance orgânico, ou através de Google Ads.

Ainda assim, se apostar em redes sociais, deve garantir que:

  • É coerente quanto à imagem e ao tom da marca;
  • Define objetivos específicos e monitorizáveis, pelos quais deverá orientar as suas ações;
  • Planeia as publicações e campanhas levando em consideração a análise feita aos dados recolhidos (ferramentas como o Fanpage Karma podem ser muito úteis nesse sentido);
  • O tráfego com essa origem é monitorizado e o sucesso das campanhas aferido. Isto permitirá a sua otimização e a repetição de receitas de sucesso.

Valorizar e converter o nosso tráfego

Agora que já sabe responder à pergunta de partida (“como gerar tráfego para o meu site“), para potenciá-lo e rentabilizar as visitas recebidas, deve procurar convertê-las em leads ou em audiências para remarketing.

Se teve tanto trabalho para levar os utilizadores para o website, terá agora de pôr em prática mecanismos que aumentem a probabilidade de uma segunda e terceira visitas.

Para tal, entre outras coisas, deve:

  • Garantir que cada landing page, ou página de destino, corresponde à expectativa do utilizador;
  • Que o utilizador, ao entrar no site, tem uma experiência positiva, evitando carregamentos lentos, popup’s em overlay (camada), que se intrometam entre o momento de entrada e o conteúdo desejado;
  • Recorrer a CTA’s (Call to Action) de angariação de subscrições;
  • Gerar audiências para remarketing, através de ferramentas como o Google Ads ou o pixel do Facebook;
  • Ter uma estrutura de links internos que potencie a navegabilidade e convide à visualização de mais páginas ou produtos;
  • Analisar os dados gerados pelo tráfego, de forma a melhorar a experiência do utilizador no site.

“Como gerar tráfego para o meu site” é uma questão vazia… se não se tratar de tráfego qualificado ou não se sabe o que fazer com ele

Enfim, depois de tanta informação, tão abrangente e relativamente concisa, o que importa ressalvar, acima de qualquer outra coisa, é que:

  • Devemos sempre olhar para as particularidades do projeto antes de definir os canais a apostar;
  • As nossas decisões e escolhas, na medida do possível, devem ter por base uma análise profunda do nosso mercado e da nossa concorrência;
  • Gerar ou aumentar o tráfego para o site não basta. É necessário saber o que fazer com ele, conduzi-lo ao destino pretendido e valorizá-lo, através da fidelização ou do remarketing;
  • A análise de dados deve estar presente em todos os momentos, pois é o melhor suporte para as nossas decisões e a alavanca certa para nos mantermos numa dinâmica de melhoria contínua.

análise de tráfego

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