A BRIDGE IN, uma nova startup Portuguesa, anunciou hoje que levantou € 100.000 em financiamento pre-seed de um grupo de investidores britânicos. Com esses recursos, a startup criará uma rede de suporte a equipas distribuídas e desenvolverá a sua visão para o futuro do trabalho.

Iniciar um negócio durante uma crise económica pode parecer desaconselhável, mas a adaptabilidade é essencial para sobreviver às disrupções no mercado e as startups são, por definição, muito ágeis e flexíveis, estando assim melhor preparadas para se ajustar rapidamente às necessidades do mundo pós-pandemia“, disse o CEO e cofundador da BRIDGE IN, Pedro Henriques.

A pandemia do coronavírus obrigou empresas de todos os tamanhos a adaptarem-se para suportar uma força de trabalho remota, acelerando o futuro do trabalho que será cada vez mais independente da localização. Isto é especialmente verdade para os profissionais da área tecnológica, pois a sua localização é em grande parte irrelevante. Abrindo a oportunidade para que as empresas tecnológicas se reorganizem em equipas distribuídas, em vez de requerer que todos os colaboradores se desloquem diariamente para um escritório central dispendioso.

“Assim como na infraestrutura computacional, a divisão da força de trabalho em equipas distribuídas aumenta a resiliência da empresa, além de facilitar um suporte operacional global. Com as vantagens adicionais de uma maior eficácia financeira e acesso a uma base de talentos mais alargada.” comentou Pedro. “Depois de trabalhar quase 4 anos numa empresa de Private Equity de Austin, no Texas, tornou-se evidente os impactos da crise de talentos na área de tecnologia e como isso pode condenar uma empresa, mesmo que tenha recursos financeiros assinaláveis”.

A BRIDGE IN está agora focada em ajudar as startups a abrir um centro de tecnologia em Portugal, seguindo os passos de outras empresas como Cloudflare, Salsify ou Dashlane. Portugal oferece uma localização estratégica entre os mercados dos EUA e da União Europeia, e oferece um bom custo-benefício. Através da sua experiência local e rede de parceiros, a BRIDGE IN fornecerá todos os serviços necessários para abrir o núcleo tecnológico, contratar talentos e iniciar a atividade.

Para que nossa visão de núcleos de equipas distribuídas seja concretizada, o suporte da força de trabalho global necessita ser simplificada. É por isso que queremos criar um marketplace empresarial para fornecer aos gestores uma visão holística dos seus ativos globais e permitir a gestão de parceiros locais.” disse o CEO da BRIDGE IN. “Os nossos planos incluem a abertura de operações locais noutro país em 2021 e 3 locais adicionais em 2022. Estes locais serão selecionados criteriosamente com base na nossa matriz de 10 pontos de avaliação do que constitui um bom centro de tecnologia, incluindo obviamente a experiência e disponibilidade de talentos, mas também a proficiência na língua inglesa, infraestrutura do país, estabilidade política e padrão de vida”.

Sobre a BRIDGE IN

A BRIDGE IN disponibiliza uma oferta integrada para startups tecnológicas que procurem expandir os seus negócios e abrir centros de tecnologia. A experiência da equipa da BRIDGE IN no desenvolvimento de equipas distribuídas e o conhecimento local tornam-na o parceiro ideal para empresas que pretendam expandir a sua operação, contratar talento de forma remota, ou tornar a sua força de trabalho distribuída.

Para mais informações:

Pedro Henriques

+351 96 391 6086 | [email protected]

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