BRAGA (PRESSPOINT) – A oposição em Braga está “com falta de ideias e de projectos realmente positivos para o enriquecimento do concelho” e “parece estar cada vez mais a perder o norte, não encontrando soluções que contrariem o trabalho sério, competente e indispensável que o PS – desde a Câmara Municipal aos autarcas nas freguesias, é preciso não o esquecer – continua a implementar no terreno”. Estas considerações constam de uma nota de imprensa divulgada hoje pelo Secretariado do PS/Braga.
No documento, assinala-se que “os bracarenses assistem, quase diariamente, a uma campanha que tem como objectivo único, denegri-los sub-repticiamente, passando-lhes verdadeiros atestados de ignorância e brindando-os com uma mão-cheia de areia atiradas aos olhos”. E, “à falta de melhor discurso e de ainda menos qualidade de propostas verdadeiramente praticáveis, a oposição camarária tem teimado, nos últimos tempos, em falar de necessidade de renovação de mentalidades que, pelos vistos, não tem vislumbrado nos últimos 30 anos”.
Salientando que “nas últimas três décadas, precisamente com o Partido Socialista no poder, Braga guindou-se, de forma progressiva e sustentada, a uma posição de prestígio e de importância nacional e extravasou fronteiras, para ser referenciada, frequentemente, como uma das melhores cidades europeias, a vários itens”, o documento lembra que o PS “só conseguiu materializar este trabalho – em favor dos bracarenses em geral, é bom que se diga e repita nem que seja até à exaustão – porque foi a indiscutível maioria desses mesmos bracarenses que, em consecutivos actos eleitorais, depositou a sua confiança no PS”.
Neste raciocínio, refere-se que “a oposição, quando insiste que é preciso mudar mentalidades, está a querer dizer que a esmagadora maioria dos bracarenses não é capaz de pensar pela sua própria cabeça, não é capaz de saber escolher entre as propostas que lhes dão maiores garantias de futuro – e isso é um insulto”. Para o PS/Braga, na oposição “o desespero é latente e a travessia no deserto é de novo uma realidade”.