FAFE (PRESSPOINT) - O executivo fafense aprovou uma proposta do presidente, no sentido de endereçar um voto de pesar à família, à corporação e à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo pelo falecimento do 2º comandante Carlos Santos, vítima de um acidente de viação que ocorreu na tarde de domingo, 1 de Agosto, quando regressava, em conjunto com outros voluntários da região da Grande Lisboa, à sua área de residência, depois de ter apoiado os bombeiros de Fafe no combate a uma vaga de fogos florestais que fustigou o concelho na semana anterior. De igual modo, a Câmara deliberou endereçar votos de rápida recuperação aos bombeiros e bombeira que seguiam na viatura sinistrada, nomeadamente, Bruno Morgado, Luis Gonçalves, Nuno Elvas e Susana, dos bombeiros de Cabo Ruivo e Nuno Pinto, dos Bombeiros Voluntários de Lisboa.
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Fafe: Voto de pesar pelo falecimento do bombeiro da corporação de Cabo Ruivo
Domingo, 8 de Agosto, 2010Fafe: Assembleia Municipal aprova voto de pesar pela morte de Saramago
Quinta-feira, 8 de Julho, 2010FAFE (PRESSPOINT) – A Assembleia Municipal de Fafe aprovou recentemente “um voto de sentido e profundo pesar pelo falecimento do prodigioso escritor José Saramago, cujo desaparecimento constitui uma perda irreparável para a cultura e sociedade nacional e internacional”, pode ler-se no texto que foi apresentado pelo Grupo do Partido Socialista e votado por unanimidade. Da presente decisão, vai ser dado conhecimento à viúva e à restante família do Prémio Nobel da Literatura que obteve um reconhecimento internacional pela sua obra literária traduzida e publicada em muitos países.
Viana do Castelo: Voto de pesar pelo desaparecimento de António Manuel Couto Viana
Quinta-feira, 17 de Junho, 2010VIANA DO CASTELO (PRESSPOINT) – A Câmara de Viana do Castelo aprovou, na última reunião de executivo, um voto de pesar pelo falecimento de António Manuel Couto Viana, em Lisboa. No documento, o Município expressa o seu “mais profundo pesar e grande consternação” pelo desaparecimento de uma “figura incontornável da cultura vianense e nacional”. “Pelo seu percurso ímpar, pelo seu enorme contributo para as artes e para a cultura vianenses e nacionais, António Manuel Couto Viana foi uma figura notável do concelho e do país, e o seu desaparecimento deixa-nos a todos mais pobres”, refere o voto de pesar, lembrando as diversas iniciativas para homenagear o escritor: como Cidadão de Mérito Cultural e com a designação de uma das salas da nova Biblioteca Municipal com o seu nome, em homenagem ao ilustre escritor e, também, ao seu Pai e Irmãs, igualmente escritores. António Manuel Couto Viana nasceu a 24 de Janeiro de 1923, em Viana do Castelo, e faleceu a 8 de Junho de 2010, em Lisboa, com 87 anos. Reformou-se como Mestre de Cena do Teatro S. Carlos, foi poeta, contista, dramaturgo, ensaísta, memorialista e autor de livros para crianças, contando a sua obra com mais de uma centena de títulos. A sua estreia literária deu-se em 1948 com o livro de poemas O Avestruz Lírico, mas já escrevia desde 1943, em jornais locais de Viana, Braga, Valença e Lisboa. Entre 1949 e 1951, dirigiu a revista infanto-juvenil Camarada, tendo dirigido com David Mourão Ferreira, Luíz de Macedo e Alberto de Lacerda os cadernos de poesia Távola Redonda, e mais tarde, entre 1956-1957, a revista de cultura Graal. Fez ainda parte do conselho de redacção da revista Tempo Presente, entre 1959 e 1961. Interessou-se pelo teatro desde cedo, tendo colaborado como actor, cenógrafo, encenador e empresário em várias companhias. Por intermédio de David Mourão-Ferreira estreou-se como actor e figurinista em 1946 no Teatro Estúdio do Salitre, em Lisboa, mas já anteriormente tinha dado os primeiros passos no teatro de família, o Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo. Fez parte da direcção do Teatro de Ensaio, da Companhia Nacional de Teatro, foi director do Teatro do Gerifalto, companhia onde se estrearam nomes como Rui Mendes ou Morais e Castro e encenou óperas para o Círculo Portuense de Ópera e Companhia Portuguesa de Ópera. Foi, também, orientador artístico da Oficina de Teatro da Universidade de Coimbra- Viveu dois anos em Macau, entre 1986 e 1988, onde foi docente do Instituto Cultural. O último livro de António Manuel Couto Viana, foi um volume de contos pícaros com o título ‘Que é que eu tenho, Maria Arnalda?’, publicado em Setembro de 2009. Tem mais de uma centena de livros publicados, muitos deles premiados e a sua poesia está traduzida em francês, inglês, espanhol e chinês alemão e russo. António Manuel Couto Viana foi condecorado com a Banda da Cruz de Mérito, com medalha de Mérito Cultural da Cidade de Viana do Castelo, tendo recebido a Grão Cruz da Falange Galega e o Grande Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique.
Ponte de Lima: Votos de Pesar a D. Carlos Pinheiro e ao poeta Manuel Couto Viana
Quinta-feira, 17 de Junho, 2010PONTE DE LIMA (PRESSPOINT) – A Câmara limiana deliberou aprovar um voto de pesar pelo falecimento de D. Carlos Pinheiro, Bispo Emérito de Braga. Foi um dos principais obreiros da reabilitação da Igreja de Santo António e dos Terceiros, actualmente Museu dos Terceiros de Ponte de Lima, um marco cultural da Arte Sacra portuguesa e um dos pólos mais importantes da riqueza de Ponte de Lima. O executivo aprovou também um voto de pesar pela perda de um grande e ilustre autor Minhoto, o poeta e escritor António Manuel Couto Viana, pelo seu trabalho em prol da Cultura Portuguesa e de toda a região do Alto Minho.
Braga: Faleceu aos 85 anos antigo bispo auxiliar D. Carlos Pinheiro
Sexta-feira, 4 de Junho, 2010BRAGA (PRESSPOINT/ECCLESIA/RUI MARTINS) – D. Carlos Francisco Martins Pinheiro, de 85 anos, antigo bispo auxiliar da arquidiocese de Braga, faleceu na madrugada desta Sexta-feira, vítima de doença prolongada. Em declarações à Agência ECCLESIA, o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, afirmou que D. Carlos Pinheiro, licenciado em Direito Canónico, distinguiu-se pela “simplicidade”. “Foi uma pessoa marcada por algumas doenças, que o impediram de oferecer uma disponibilidade total, mas estava sempre pronto para ajudar e para servir”, referiu o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. O bispo emérito “concretizou essencialmente o seu trabalho na organização das visitas pastorais, no tempo de D. Eurico Nogueira, [anterior arcebispo de Braga], disse o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. D. Jorge Ortiga reconhece que o seu estilo era “totalmente diferente” do de D. Carlos Pinheiro, mas acredita que as duas personalidades se completavam O funeral de D. Carlos Pinheiro realiza-se amanhã na Sé de Braga, às 10h00, e pelas 15h00 é celebrada uma missa exequial em Ponte de Lima, comunidade de que foi pároco durante 19 anos. D. Carlos Pinheiro vai ser sepultado na sua terra natal, Vila Praia de Âncora, onde se celebra missa exequial às 17h30. Carlos Francisco Martins Pinheiro, filho de José Maria Pinheiro e de Carlota Joaquina Martins Pereira, nasceu a 30 de Maio de 1925, em Vila Praia de Âncora. Em 1939 ingressou no Seminário de Nossa Senhora da Conceição, em Braga, onde estudou Humanidades, e a partir de 1947 cursou Filosofia e Teologia no Seminário Conciliar de Braga, onde ocupou o cargo de director da revista desta instituição (“Cenáculo”). Foi ordenado padre a 8 de Julho de 1951, em Braga, e logo a seguir nomeado prefeito, professor e ecónomo do Seminário de Filosofia, Braga. No ano de 1953 foi nomeado coadjutor do pároco de Ponte de Lima e capelão do Hospital da Santa Casa da Misericórdia e do Colégio D. Maria Pia. No ano seguinte ocupou o lugar de pároco de Ponte de Lima, e também de Feitosa e Arca, e em 1958 foi nomeado arcipreste do Julgado Eclesiástico de Ponte de Lima, tendo sido também investido como Cónego da Sé Primaz de Braga. Durante as quase duas décadas em que se manteve como responsável pela paróquia de Ponte de Lima, exerceu o cargo de vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia e de presidente da Direcção da Oficina S. José, entre outros encargos. Fundou o Museu dos Terceiros e o Instituto Limiano, organizou várias exposições em colaboração com o Museu Soares dos Reis (Porto) e a Fundação Calouste Gulbenkian, além de ter promovido o restauro da igreja matriz. No ano de 1978, D. Carlos Pinheiro, então vigário geral de Braga, foi autorizado pelo arcebispo a trabalhar para a nova diocese de Viana do Castelo, onde exerceu os cargos de vigário geral, juiz do Tribunal Eclesiástico e presidente da Comissão de Arte e Cultura. A 22 de Fevereiro de 1985 foi nomeado bispo titular de Dume e auxiliar de Braga, numa altura em que a arquidiocese era dirigida por D. Eurico Dias Nogueira. A ordenação episcopal ocorreu a 28 de Abril do mesmo ano, na cripta do Santuário do Sameiro, em Braga. Como prelado, foi presidente da Comissão Diocesana de Arte Sacra e Obras, tendo-lhe sido confiado o cuidado pastoral dos arciprestados de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, Esposende, Barcelos e Vila Verde. A nível nacional, foi membro da Comissão Episcopal Mista Bispos-Religiosos. Em 10 de Novembro de 2000 passou a bispo emérito por ter atingido os 75 anos, residindo desde essa data em Ponte de Lima, sempre com ligações a Braga. De acordo com o site da arquidiocese de Braga, D. Carlos Pinheiro publicou as seguintes obras: “A Ínsua de Caminha” (1949), “O Novo Altar-Mor da Igreja Matriz” (1963), “O Colégio D. Maria Pia e a sua influência na comunidade paroquial de Ponte de Lima” (1971), “Museu de Arte Sacra de Ponte de Lima – Subsídios para a sua história” (1974), “Instituto Limiano – Museu dos Terceiros – Documentos” (1962-1982), “Guia do Visitante do Museu dos Terceiros” (1983) e “Instituto Limiano – Museu dos Terceiros” (sem data).
Braga: Sp. Braga de luto pelo falecimento do antigo jogador Juvenal
Domingo, 2 de Maio, 2010BRAGA (PRESSPOINT) – O Sp. Braga está de luto devido ao falecimento de Juvenal da Silva Costa, antigo atleta de eleição, que dignificou a camisola do clube, sendo um dos heróis da conquista da Taça de Portugal, em 1966. O corpo do malogrado ex-atleta está na Igreja de S. Vítor e o funeral realiza-se amanhã, às 10h00 no cemitério de Monte d’ Arcos. Em comunicado, o Sp. Braga “envia os mais profundos e sentidos pêsames, sendo certo que a memória de Juvenal estará sempre presente na história do nosso clube”.
Barcelos: Faleceu o P.e Abílio Mariz
Segunda-feira, 8 de Fevereiro, 2010BARCELOS (PRESSPOINT) – Faleceu o Pe. Abílio Mariz, pároco de Barcelinhos, Arciprestado de Barcelos, do qual era também Vice-Arcipreste. Hoje, às 15 horas, na Igreja Paroquial de Barcelinhos, será celebrada a missa exequial, a que preside o Arcebispo, D. Jorge Ortiga. O corpo segue depois para a Igreja Paroquial de Cristelo, onde será celebrada nova eucaristia e sepultado no cemitério local. O Pe. Abílio Mariz tinha 83 e era natural de Cristelo. Foi ordenado presbítero a 11 de Julho de 1954. Logo após a ordenação foi nomeado pároco de Cristóval, em Melgaço, e, três anos mais tarde, nomeado pároco de Barcelinhos, onde permaneceu até hoje com elevado empenho na renovação de diversas estruturas pastorais. Procurou, desde cedo, evoluir ao nível académico. Assim, em 1968 e 1969 frequentou um Curso Bienal de Ciências da Educação, no Instituto S. Pio X da Universidade de Salamanca (1968 e 1969). Em 1974 fez exames “Ad hoc” (3º ciclo) na Universidade de Coimbra (1974) e em 1978 novos exames “Ad hoc” (Ensino Complementar) na Universidade Clássica de Lisboa. Por fim, em 1979 concluiu, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a Licenciatura em História. Na área de História, destaca-se a leccionação do 3º Ciclo e Curso Complementar no Seminário de Braga (1982-1996) e 2º e 3º ciclos e Curso Complementar do Ensino Oficial (1966-1996). Integrou, ainda, ao longo da sua vida, diversas comissões: Arte e Cultura (Barcelos), Toponímia (Barcelos) e Bens Patrimoniais (Arquidiocese de Braga). Em 2002 foi confirmado Vice-Arcipreste de Barcelos.
Guimarães: Faleceu o Pe. Domingos Vieira
Quinta-feira, 28 de Janeiro, 2010GUIMARÃES (PRESSPOINTECCLESIA) – Faleceu o Padre Domingos Vieira, pároco de Santa. Maria de Vila Nova de Sande e de S. Paio de Figueiredo, ambas as paróquias do arciprestado de Guimarães e Vizela. O sacerdote faleceu após uma intervenção cirúrgica, na sequência de um breve período de doença. Era natural de S. João de Brito, Guimarães, nasceu a 13 de Julho de 1931 e foi ordenado padre em 14 de Julho de 1957. Em 1957 foi nomeado Vigário Cooperador de Moreira de Rei, Fafe e, no ano seguinte, pároco de Santiago de Sabariz e Geme, Vila Verde. Em 1975 foi nomeado pároco de S. Pedro de Valbom, Vila Verde, e em 1981 pároco de Lanhas, no mesmo Arciprestado. Em 1987 foi nomeado pároco de Vila Nova de Sande, Guimarães, e em 1982 pároco de Figueiredo, Guimarães, em acumulação com Vila Nova de Sande. O corpo encontra-se em câmara ardente na paróquia de Santa Maria de Vila Nova de Sande onde hoje, às 15h30, será celebrada a missa exequial, a que preside o Arcebispo D. Jorge Ortiga, indo depois a sepultar no cemitério dessa mesma paróquia.
Esposende: Faleceu o P. Adélio Torres Neiva
Segunda-feira, 11 de Janeiro, 2010ESPOSENDE (PRESSPOINT/ECCLESIA/P.e TONY NEVES) – Faleceu neste domingo o Pe. Adélio Torres Neiva, missionário espiritano. Hoje, às 18h00, será celebrada uma missa na casa dos Espiritanos, em Lisboa (na Estrela). Amanhã realiza-se o funeral em S. Paio de Antas, Esposende, às 14h30.
Nascido em Esposende, cedo entrou no Seminário Espiritano, fazendo o seu percurso até à Ordenação, em 1956. Olhando às suas qualidades académicas e ao seu gosto pela História, os Superiores enviaram-no a Coimbra, onde terminaria, em 1961, a Licenciatura em História, na Faculdade de Letras. Nomeado para a Casa Provincial, em Lisboa, dirigiu a revista “Portugal em África” e fundou a revista “Encontro” em 1962. Foi professor, largos anos, no Seminário da Torre d’Aguilha, no Instituto Superior de Estudos Teológicos e, mais recentemente, leccionou Missiologia na Universidade Católica.
Roma acolhê-lo-ia durante 12 anos quando foi eleito Conselheiro Geral. De 1974 a 1986, percorreu os 50 países onde os Espiritanos trabalham, a fim de avaliar a Missão que se fazia e de estimular a mais comunhão. Escreveu numerosas crónicas que mostram o rosto plural de Missão que se vivia com os muçulmanos da Argélia ou Mauritânia, com as populações ribeirinhas da Amazónia, com os pobres excluídos que ousam sobreviver nas periferias das grandes cidades da Nigéria, da Tanzânia, do Congo, de Angola ou do Brasil. Foram tempos que o marcaram e que o tornaram muito conhecido em todo o mundo espiritano, a ponto de ser convidado para conferências, retiros e comissões nos quatro cantos da terra.
Lisboa voltou a recebê-lo de braços abertos. A Revista “Encontro”, as aulas, as muitas conferências e retiros fizeram-no percorrer este país real. A sua credibilidade académica levou organizadores de enciclopédias e outras obras colectivas a pedir-lhe colaboração, pelo que tem entradas em diversas publicações científicas, sendo a mais recente a “História Religiosa de Portugal”, dirigida por D. Carlos Azevedo. Vimo-lo, nos últimos tempos, a proferir conferências sobre Missão e Espiritualidade, a convite de dioceses, paróquias e institutos. Deslocou-se, com frequência, ao estrangeiro, para reuniões internacionais, nos âmbitos da História e da Missiologia, pertencendo a diversas comissões internacionais. Orientou um retiro da Conferência Episcopal Portuguesa.
Comunicar sempre foi o seu forte. Até à data da sua morte dirigia as revistas “Vida Consagrada” e “Missão Espiritana”. Colaborava, todos os meses, no jornal “Acção Missionária”, com um texto de reflexão sobre o Ano Sacerdotal e uma “Parábola”. Foi um perito em Missão. Daí que tenha sido professor de Missiologia na Universidade Católica e no Curso de Missiologia que se realiza todos os anos em Fátima. Apesar dos limites de saúde, podíamos ir encontrando o Pe. Torres Neiva a proferir conferências. Era um contador de histórias e um homem da História. Foi uma referência de Espiritualidade.
Do seu curriculum constam 112 artigos científicos, salientando-se a “História da Província Portuguesa da Congregação do Espírito Santo” (2003, com prefácio de D. Manuel Clemente) e a “História da LIAM” (2007). Escreveu quatro obras que permitiram aos grupos missionários da LIAM e Jovens Sem Fronteiras aprofundar temas sobre a Igreja e a Missão: “Com a força do Espírito” (2002), “O Leigo, Vocação para a Missão” (2004), “Sereis minhas testemunhas: a Missão na Bíblia” (2006) e “S. Paulo e a Missão sem fronteiras” (2008). A notícia foi recebida com surpresa, a 4 de Setembro: a Academia Portuguesa de História nomeou-o seu membro honorário, pelo contributo que deu à investigação histórica em Portugal. É uma honra para a Igreja e um estímulo a aprofundar mais o diálogo entre a Fé e a Cultura, desafios que João Paulo II, na “Missão de Cristo Redentor”, colocou no patamar da participação nos novos areópagos da Missão hoje.